FC Porto: Um pequeno e curto balanço da época.

21/04/2014

Perdida a possibilidade de vencer o Campeonato, a Taça, a Liga Europa, ou até mesmo de garantir presença directa na Liga dos Campeões, está na hora de fazer um pequeno balanço. Os que sofrem de clubite dirão que o FC Porto ainda pode vencer a Taça da Liga. Eu lembrar-lhes-ei que até hoje, quando o Benfica a vencia, essa era a Taça da Cerveja.

Num clube que se pautou, nas últimas décadas, por ter uma defesa de betão, preferiu-se deixar sair (ou mandar embora por razões pessoais/políticas – leia-se, por serem representados pelo empresário X) jogadores experientes, de qualidade indiscutível e internacionais pelos seus países como Otamendi e Rolando. Ficou-se então com jovens inseguros e bisonhos como Reyes e Abdoulaye, apoiados por Maicon e Mangala que, por não terem concorrência à altura tornaram-se desleixados e displicentes.

Aliás, foi esta mesma razão que levou a que jogadores de qualidades técnicas e tacticas indiscutíveis (também eles internacionais pelo seu país) tivessem exibições paupérrimas. Falo de Alex Sandro e Danilo que dada a falta de concorrência e de profissionalismo ajudaram a tornar a defesa do FC Porto num buraco só. Bastava Fucile estar no plantel para fazer concorrência na lateral esquerda e na direita, aos dois brasileiros. Ele que, apesar da sua qualidade e da sua raça portista, foi dispensado incompreensivelmente.

Toda a gente que percebe de futebol sabe que é no meio-campo que está o motor (defensivo e ofensivo) de qualquer equipa. Não é por acaso que muitos especialistas dizem que é no meio-campo que se ganham jogos. Resolveu apostar-se em Herrera quando se tinha Castro – que vem demonstrando enorme qualidade por todos os clubes onde passa. Resolveu contratar-se o patrão (?) do meio-campo do Paços de Ferreira (!) e confiar-lhe a batuta do meio-campo, deixando Quintero de fora. Preferiu apostar-se em Licá e Kelvin (que em 5 épocas sacou 1 chouriço) e deixar-se fugir Iturbe ou Atsu.

No ataque morou o abono de família, Jackson Martinez, que praticamente sozinho segurou os lugares cimeiros da classificação e garantiu o 3° lugar final. Ele que, depois desta época horrível, não olhará para trás nem pensará duas vezes se no verão lhe apresentarem uma proposta para sair. Nem que seja para a Turquia ou para a Rússia (apesar de parecer que Inglaterra poderá ser o destino). Quaresma chegou tarde demais. Varela esteve completamente demotivado pela falta de qualidade da equipa.

E depois o erro maior, clamoroso, que foi a contratação de Paulo Fonseca. Já escrevi variadíssimas vezes, desde o início da época, sobre a sua incapacidade como líder, a sua incompetência com treinador de futebol, e a sua inabilidade como representante do FC Porto. Pinto da Costa não só cometeu esse erro por clara falta de clarividência (que está notoriamente a faltar-lhe nos últimos anos) como ainda por cima demorou a corrigi-lo por manifesta casmurrice e para defender interesses na luta interna pelo poder. Colocando os interesses pessoais e políticos à frente dos interesses do clube.

No meio disto tudo, os jogadores fracos e maus profissionais, tal como os treinadores incompetentes, e ainda os dirigentes corruptos… todos foram para a sua casa de luxo, nos seus automóveis desportivos ou de alta cilindrada, com dezenas ou centenas de milhares de euros nos bolsos. E os adeptos é que ficam a sofrer de tristeza e de vergonha. Mas é bem merecido porque na sua maioria – principalmente aqueles que se auto-entitulam verdadeiros adeptos, por irem ver os jogos ao estadio – não conseguem deixar de ser otários (ver dicionário).


Os carros de James Bond, 007

05/04/2014

Hoje tive a oportunidade de visitar a exposição “Bond in Motion” no London Film Museum. Uma das melhores que vi até hoje. Como fã de James Bond, apreciador de automóveis e apaixonado por clássicos, não podia ter tido uma tarde de Sábado melhor.

Rolls-Royce Phantom III – Goldfinger – 1964

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Mercury Cougar XR7 – On Her Majesty Secret Service – 1969

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Ford Mustang Mach 1 – Diamonds are Forever – 1971

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Lotus Esprit S1 – The Spy Who Loved Me – 1977

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Citroen 2CV – For Your Eyes Only – 1981

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Renault 11 TXE – A View To a Kill – 1985

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Rolls-Royce Silver Cloud II – A View to a Kill – 1985

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Aston Martin V8 – The Living Daylights – 1987

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Aston Martin DB5 – Goldeneye – 1995

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BMW 750 IL – Tomorrow Never Dies – 1997

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BMW Z8 – The World is not Enough – 1999

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Aston Martin V12 Vanquish – Die Another Day – 2002

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Jaguar XKR –  Die Another Day – 2002

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Aston Martin DBS – Casino Royale – 2006

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Aston Martin DBS – Quantum of Solace – 2008

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O “messias” Hollande rende-se às evidências

31/03/2014

Em França o défice aumenta, a dívida aumenta, o desemprego aumenta. O partido socialista perde copiosamente as autárquicas. O “messias” Hollande, referência dos socialistas (nomeadamente de AJ Seguro e do PS português), remodela o Governo e nomeia Manuel Valls como Primeiro-Ministro.

Valls é considerado um social-liberal. Fez parte da “La Deuxième gauche”, uma corrente dentro do PS francês alternativa à esquerda de François Mitterrand (o “mon amie” de Mário Soares). É considerado com sendo “a ala direita” do PS com inclinações para a social-democracia alemã e escandinava.


António Capucho e o paralelo com Santo Tirso

28/03/2014

(Artigo publicado na edição de Março 2014 do jornal Notícias de Santo Tirso, e que também pode ser lido aqui)

António Capucho foi um destacadíssimo militante do PSD. A ele se devem muitas das vitórias do partido, que tiveram como consequência o trilhar de um novo rumo para um Portugal saído de décadas de Estado Novo. Alguns dizem mesmo que foi ele o “arquitecto” do sucesso da Aliança Democrática, tendo convencido Francisco Sá Carneiro (com factos, argumentos e números) que a vitória nas eleições de 1979, com maioria absoluta, só sería possível se fizesse um acordo com Diogo Freitas do Amaral (CDS) e Gonçalo Ribeiro Teles (PPM).

Foi Secretário-Geral e Vice-Presidente do PSD em momentos importantes da história do partido e do país. Foi Deputado na AR e um excelente Líder Parlamentar. Passou por 3 Governos e, apesar de 2 deles terem sido de má memória (AD com Pinto Balsemão e Bloco Central com Mário Soares), o seu papel no segundo Governo do PSD com Cavaco Silva foi muito importante. Depois veio uma relevante passagem pelo Parlamento Europeu (como Deputado e Vice-Presidente) e pela Câmara Municipal de Cascais onde deu 3 vitórias ao partido.

Este curriculum político e de serviço público era mais do que suficiente para, chegado aos 65 anos, sair da política pela porta grande como um dos grandes obreiros dos sucessos do PSD e um dos portugueses que mais contribuiram ao longo da sua vida de serviço público para o desenvolvimento de Portugal a todos os níveis: local, regional, nacional, europeu. Capucho acumulou um capital que lhe permitiria ser um importante militante de base do PSD (os verdadeiros donos do partido) e uma grande reserva intelectual do país.

Ao contrário do que alguns dizem, saber identificar a hora certa de sair de cena não é uma arte. Aquele que é sensato, racional e prudente sabe bem quando deve sair. Não porque tenha deixado de ser capaz, mas porque tem a consciência que a rotina atrai o conservadorismo e afasta a inovação. E que isso impede o desenvolvimento. Daí que, aquele que é bem intencionado e altruísta saiba que o correcto é dar o lugar a outros. Não necessariamente mais novos ou mais fortes. Mas com mentalidades novas, livres e vigorosas.

O risco de deixar passar a hora certa de sair de cena é acabar por incorrer nisso de uma forma impulsiva quando a insatisfação ou o desgaste já atingiram um nível tal que comprometem o bom senso. Foi isso que aconteceu a muitos políticos da nossa praça – dos quais Mário Soares é o exemplo mais evidente e, coitado, não tem em casa filhos com noção, que sejam capazes de pedir aos jornalistas que deixem de lhe colocar microfones na frente (já que pedir-lhe para se abster parece impossível). É isso que está a acontecer a António Capucho.

António Capucho tornou-se presunçoso, e porta-se agora como se fosse dono do partido, o único herdeiro de Sá Carneiro. Tal e qual como Mário Soares com o PS e a democracia portuguesa. Ora, o PSD não é dele nem tem de seguir o que ele diz. De qualquer maneira, o PSD sempre foi um partido democrata e pluralista! Capucho tem direito a dizer o que pensa sem ser ostracizado! E o processo da cessação da sua militância está claramente revestido de marginalização, de alguém que tem sido crítico do status quo. É isso que condeno!

Bem sei o que dizem os Estatutos do PSD. Mais, antes de começar a escrever este artigo, pedi esclarecimentos a dois amigos que integram o Conselho de Jurisdição Nacional (CJN), e que por isso tomaram parte na decisão. Portanto estou plenamente consciente de que chegada a queixa ao CJN, este desfecho era quase inevitável. “Não é uma sanção. É uma decorrência directa. O CJN não pode discutir a gradação da pena. Nestes casos os estatutos são claros”. Quase que concordo com o meu caro amigo, mas…

A verdade é que os Estatutos dizem “Cessa a inscrição no Partido dos militantes que se apresentem em qualquer acto eleitoral (…) na qualidade de candidatos , mandatários ou apoiantes de candidatura adversária da candidatura apresentada pelo PPD/PSD”. E se o CJN resolveu não aplicar a “decorrência directa” a militantes que manifestamente foram apoiantes de outras candidaturas (exemplo flagrante: Miguel Veiga apoiou Rui Moreira no Porto) também o poderia ter feito no caso de mandatários ou candidatos.

Muitos dos actuais decisores e dirigentes do PSD fizeram algo que para mim é detestável. Esconderam-se atrás de formalidades para poderem levar a cabo um processo de marginalização de alguém que lhes é incómodo. E esses são os mesmos que, quando lhes dá jeito, ultrapassam pela direita os Estatutos, as Regras e as Leis para se beneficiarem a si próprios. Aliás, os que agora se escudam nos Estatutos terão sido os que possivelmente mais vezes os contornaram no passado. Marcos Antónios à cabeça!

Mas esta discussão sobre a parte “jurídica” da coisa não é o cerne da questão. A verdade é que tudo tem início a montante. Tudo nasce de mais um vergonhoso processo de escolha de uma candidatura autárquica, em que a Comissão Política Nacional e a Comissão Política Distrital de Lisboa do PSD vetaram a candidatura de Marco Almeida à CM de Sintra, para forçarem a imposição do amigalhaço Pedro Pinto (uma das mais medíocres figuras do PSD) como candidato a Presidente daquela Autarquia em que o PSD vence desde 2001.

O dado mais relevante é que a candidatura de Marco Almeida tinha sido desejada e apoiada pelos militantes de base em Sintra, enquanto que a candidatura de Pedro Pinto foi imposta por quem tem o poder de decisão e se julga dono do partido. A consequência foi a vitória oferecida de bandeja ao PS, que apesar de ter um fraco candidato (o vira-casaca Basílio Horta) conseguiu sair vencedor. Ao apoiar Marco Almeida, António Capucho esteve portanto, em boa verdade, ao lado dos militantes de base do PSD e em dissonância com os déspotas.

Tudo isto é fácil de perceber para quem acompanhou de perto o processo de escolha do candidato autárquico do PSD em Santo Tirso. Também cá a opinião dos militantes de base foi desprezada pelos decisores, que naturalmente o fizeram propositadamente porque queriam auto-nomear-se candidatos nas listas autárquicas. Também cá a Comissão Política impôs não só um candidato – manifestamente fraco e indesejado – mas também um coligação absurda com um partido que não tem sequer representação no concelho.

Também cá os dirigentes do PSD se esconderam atrás das formalidades para justificaram as suas escolhas à revelia dos militantes. Também cá esses déspotas acabaram por sair derrotados nas urnas prejudicando o partido e o concelho. Também cá eles se apressaram a apresentar queixas aos Conselhos de Jurisdição para afastar aqueles que não os apoiaram. Também cá foram esses que, quando conveio, contornam os Estatutos (lembrar quando Alírio Canceles recuou para vogal da Comissão Política para contornar a limitação de mandatos, e poder ser presidente aquando das Autárquicas).

O mal é que este gente está tão cheia de si própria que nem sequer consegue discernir. Este tipo de episódios (o ostracizar e afastar de militantes que pensam pela própria cabeça, e de maneira diferente) é pior para o partido, para a democracia, para o país, e até para para eles.


A Carlota e o Miguéle

13/03/2014

Ainda há dias escrevi aqui que apreciava ouvir o Miguel Gonçalves, da Spark Agency. Gosto do estilo dele e principalmente do facto de não ceder aos “Lisboetismos”. Ter orgulho na sua terra e no seu sotaque.

Claro que isso, num país como Portugal, não é bem recebido. O Miguel Gonçalves é muitas vezes satirizado pelos meios de comunicação “dita” social e é alvo de bocas sectárias por parte de muitos portugueses.

Ontem, no programa da RTP “5 para a meia noite” apareceu uma tal de Carlota Ribeiro da Silva, a promover a Happy Conference. O que disse foi exactamente a mesma coisa que o Miguel muitas vezes diz.

Alguém gozou ou vai gozar a Carlota? Não me parece!

Carlota é nome “de família de bem”, é uma rapariga gira, com ar de quem é de Cascais. Muito bem arranjada com um vestidinho preto, botas da moda, cabelo escalado e sotaque de “Lesboa”. E tem 3 nomes… Ribeiro da Silva!

Já o Miguéle Gunçalbes é um parôlo que vem do Minho. Um gajo feio, de cara suja, todo mal arranjado sempre de jeans e camisa com as mangas mal arregaçadas. Tem o cabelo mal penteado e fala com um sotaque do “nuorte”.

É por estas e por outras que às vezes tenho pena do meu país.


Jovem licenciado emigra para a Venezuela!

11/03/2014

Desde há uns meses/anos para cá que os media portugueses são férteis em reportagens/programas sobre jovens licenciados que emigraram. Esses programas/reportagens têm como objectivo colocar sobre os ombros do actual governo a responsabilidade por essa emigração, ao que chamam de brain drain.

Nesses programas/reportagens tem sido cada vez mais frequente a entrevista a jovens licenciados emigrados no Reino Unido (UK), nomeadamente em Londres. Sei bem porquê. Estou emigrado em Londres faz hoje exactamente 2 anos e tenho assistido “in loco” à chegada de uma quantidade pouco expectavel de portugueses.

Ontem, no Prós e Contras, não foi diferente. Entrevistaram mais um jovem licenciado, emigrado no UK – escolhido a dedo pela direcção do programa. Depois de ter visto a sua declaração ouvi mais 10/15 minutos de programa e – apesar de apreciar ouvir o Miguel Gonçalves ou o Rodrigo Adão da Fonseca – não suportei ver mais.

Se estes coitadinhos emigraram empurrados por um Governo liberal malvado, porque não foram para Cuba, Venezuela ou Coreia? Porque emigram eles para o UK? Um país governado por dois partidos: o Conservador (que defende o legado de Margaret Thatcher) e o Liberal.

Se a culpa de terem de emigrar foi dos “ricos” e dos “empresários”, porque vieram eles para um país onde, só na capital (Londres), existem 340 mil milionários?! Porque não emigraram para a Venezuela onde o Governo quer acabar com ricos e empresários à força da lei?

Sou jovem (talvez esteja no limiar com 35 anos), licenciado (não que isso seja relevante mas apenas para me incluir no “grupo-alvo”) e emigrante em Londres. Vim por opção. Se houve algo externo à minha própria vontade que me fez emigrar foi a tacanhez e a mesquinhez do ambiente em Portugal.

Foram os portugueses que se queixam dos Governantes (que eles próprios elegem à sua imagem), dos empresários (dos quais dependem para ter emprego e trabalho – sim porque não basta abrir uma empresa e criar empregos. É preciso arranjar trabalho!), e dos ricos (que apenas invejam, mas na realidade gostariam de imitar).


Zeca Mendonça: Obviamente demito-o

03/03/2014

Uma imagem vale mais do que mil palavras. O que o assessor de imprensa do PSD, fez é bem visível nas imagens que as televisões mostraram.

Zeca Mendonça pontapeou propositadamente e com toda a intenção um repórter. É indesculpável e inadmissível. Não é digno do Partido Social Democrata.

Esta atitude, num país decente, em que houvesse um mínimo de dignidade, seria imediatamente seguida de um pedido de demissão do próprio, ou um anúncio do Presidente do PSD.

Não interessa nada se até se dão bem (imaginem se não dessem), se pediu desculpa e o reporter aceitou. É uma questão de princípio e de exemplo.

Já vi alguns militantes do PSD a defenderem o Zeca. Por motivos óbvios de clubite, que normalmente tolda o bom senso e o discernimento.

Até jornalistas! Por talvez se darem bem com ele e conseguirem “furos”. Esquecem é que ao branquear estas atitudes pode acontecer-lhes o mesmo, noutros locais.

Podem dizer o que quiserem do Zeca. Até montarem reportagens – como foi o caso há pouco tempo numa revista – sobre o seu heroísmo e dedicação ao PSD.

Eu, estive com ele várias vezes. Sempre o achei rude e arrogante. Digam o que quiserem. Foi a minha experiência. Eu que estava sempre acompanhado de uma das figuras maiores do PSD (imaginem se não estivesse).

Fosse eu presidente do partido e… a) aconselhava-o a pedir desculpas públicas e demitir-se… ou b) obviamente, demitia-o.


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