10 anos de um Rio que ninguém vai parar

10/01/2012

Fez ontem 10 anos que Rui Rio lidera os destinos da cidade do Porto. Foi uma década de trabalho quase sempre invisível. E foi-o apenas porque o que ele faz não interessa aos meios de comunicação “dita” social. A seriedade, a exigência, o rigor ou o trabalho não vendem.

Rui Rio é, sem sombra de dúvidas, o melhor político no activo. Sem espectáculos, sem protagonismo e sem alarde, vai zelando pelo Porto e servindo os portuenses. Os que moram, os que vivem, os que trabalham, os que estudam ou os que apenas visitam a Invícta.

Há muitas coisas que distinguem Rui Rio dos outros políticos. A honestidade, a competência, a integridade, o carácter, o rigor, a exigência. Mas há uma que sobressai ainda mais nos políticos (nem sempre pelas melhores razões), o cumprimento de promessas.

Em 2001 Rui Rio fez duas promessas muito importantes para o Porto. Reabilitar os bairros sociais e a baixa da cidade. A verdade é que hoje, ambas as promessas foram cumpridas para benefício de todos aqueles que acima referi como sendo portuenses.

Com um modelo assente no investimento privado e não apenas nos dinheiros públicos. Fundou a Sociedade de Reabilitação Urbana, a Porto Vivo e criou um projecto integrado para a Baixa que reabilitou ruas e praças, ao mesmo tempo que atraiu investidores.

Fê-lo com um discurso coerente e firme. Muitos criticaram a rejeição do Corte Inglés na Boavista, mas não percebiam que Rui Rio não queria desviar o comércio da baixa. É assim que se faz política e que se defende a população e a economia de um concelho.

Se tivesse aceitado fazer mais um centro comercial na zona da Boavista, Rui Rio teria perdido a confiança dos portuenses e também dos potenciais investidores na baixa. Além do mais, a zona da Boavista já tem, pelo menos dois centros comerciais.

Para além disso, a revitalização da Baixa também foi feita ao nível cultural. O renovado Mercado Ferreira Borges tem sido estrela com um programa recheado de eventos de nível. Até os jovens voltaram à Baixa para a nova animação nocturna.

Graças à convicção de Rui Rio os bairros sociais da cidade vêm sendo recuperados, dando condições minimamente dignas às quase 50.000 pessoas (20% da população do Porto) que lá vivem. Um a um os bairros foram sendo reabilitados para benefício de todos.

Rui Rio fez fê-lo porque sabe que o mais importante são as pessoas, e deve ser para elas que se faz política. Nos bairros sociais vive muita gente com condições quase desumanas, gente com dificuldades financeiras e que vive em permanente risco.

Com a requalificação dos bairros sociais Rui Rio não só dá mais qualidade e dignidade à vida das milhares de pessoas que ali moram, como também evita que se formem guetos. Esses são quase sempre enormes incubadoras de criminosos e indigentes.

Esta é uma das melhores formas de coesão e integração social. Ao mesmo tempo evita-se e previne-se a criminalidade que está sempre ligada a estes locais e se espalha depois pela cidade. Desde 2001 a CM Porto investiu mais de 130 M€ na recuperação dos bairros.

Há uma frase, dita por Rui Rio, que define o seu perfil e a sua acção enquanto político: “O esforço da CM Porto tem sido investir onde é mais necessário, e não onde se consegue mais popularidade politica e mediática“.


As críticas e as intenções dos “barões” do PSD

07/09/2011

O PSD sempre foi um partido pluralista e, que me lembre, não houve até agora nenhum presidente do partido (mesmo os que foram PM’s) que tivesse tido o sossego que se vê no PS, PCP, BE ou mesmo no CDS.

É isto que distingue o PSD dos demais. Com ou sem leis da rolha, há no PSD muitos (e destacados) militantes que continuam a pensar e falar por si, sem obediências ou vassalagens ao “querido líder”.

Mas há críticas e críticas. As que pretendem ser construtivas e têm como objectivo o bem do País e do PSD são sempre bem vindas. As outras, que têm por base interesses/ódios pessoais, são péssimas.

Ferreira Leite, Marcelo Rebelo de Sousa e Marques Mendes tinham a obrigação – até por já terem sido líderes (contestados) – de ter outro tipo de discurso. Calarem-se? Não! Mas falar doutra forma.

MFL parece ser movida por um ódio pessoal a PPC. Apoiei-a nas internas e gosto dela. Mas isto é demais. Não ia retirar-se da política? Então porque não o faz? Se quer ficar, este não é o contributo que se esperava.

MRS continua o periplo para a candidatura a PR. Utiliza o seu espaço dominical para (com muita demagogia e descaramento) afastar-se de todas as medidas impopulares do PSD, e passar imagem de homem independente e isento.

LMM também procura no futuro um “lugar ao sol”. Ainda é novo, o seu capital político é imenso, e as bases do PSD gostam dele. Tal como MRS, utiliza o seu espaço na TVI para passar imagem de homem sensato e equilibrado.

MFL disse que medidas do Governo “de justiça têm pouco e de eficácia nada“. MRS disse que “falta uma explicação [...] isto não é o que foi prometido em campanha“. LMM diz que o Governo tem “prioridades invertidas“.

Para quê esta agressividade, demagogia e critica destrutiva fácil? Que ganha o PSD ou o País com isso? Nada! Nem a classe política (à qual pertencem), que continua a ser descredibilizada, numa altura fulcral.

Se fossem movidos por boas intenções, o que fariam era criticar sim, mas moderadamente e sem demagogia. Tomem como exemplo Rui Rio. Discorda do governo mas ao invés de atacar disse que “faria diferente“.

Além disso teve o cuidado de ser justo e relativizar as críticas, dizendo que é preciso dar tempo: “lá pelo facto de não estar bem ao cabo de 2 meses não quer dizer que não esteja bem daqui a 4 ou 5 meses“.

Principalmente de MFL (que já foi Min Finanças) esperava-se algo como o que Rui Rio disse: “há que atirar forte na redução da despesa, mas isso não é tão simples como dizem, ou como se diz quando se está na oposição“.


A leitura terrestre do debate Rio-Costa

22/03/2011

Ontem, finalmente pudemos ver um programa “Prós e Contras” da RTP com discussão, debate de ideias e conteúdo, ao contrário dos habituais ataques pessoais, demagogia barata e remoques permanentes. Foi preciso ir ao Porto e convidar gente do Norte.

Fiquei portanto surpreendido quando, ainda antes do programa acabar, vi referência crítica ao mesmo no twitter. Apressei-me a ir ler o post no Albergue Espanhol com o título “O debate ‘alien’ Costa-Rio“.

Talvez o Francisco Almeida Leite não tenha assistido ao programa na íntegra. Uma coisa é certa, escreveu o post antes do final do programa. O que ele relata não se aproxima nem um pouco do que se passou naquela hora e meia de debate.

Todos os Governantes e Autarcas deveriam ter ouvido o que foi dito no programa. Há muito tempo que não se ouvia falar de política local e nacional com tanto desprendimento e sensatez. Por isso não posso deixar passar em claro a crítica do Francisco.

Dizer que o programa se resumiu a um ataque à comunicação “dita” social é no mínimo pouco preciso. Rui Rio apontou bem os erros do regime, da democracia, da política, dos políticos, do governo central, das autarquias locais, do povo e do país.

Tal como há muito tem vindo a fazer (aconselho leitura do livro “Política – In situ”) Rio apontou caminhos para solucionar os problemas. Fê-lo com o desinteresse que sempre o caracterizou. Fá-lo sempre de forma honesta e anti-populista.

Depois do meu comentário o Francisco admitiu que o programa foi algo mais, mas aponta o ataque à comunicação “dita” social como ponto de união entre Rio e Costa. Ora, se Costa disse algo insensato e injusto, Rio apenas criticou a falta de ética e regras em alguma imprensa.

Em tanta coisa boa que se disse o Francisco apenas se preocupou com o que “uniu” os dois oradores. Curiosamente era isso mesmo que Fátima Campos Ferreira também procurava. Porque era esse o furo jornalístico: “Com Rio e Costa, PSD e PS podiam-se entender“.

Mas o facto é que nem um nem outro quiseram ir por aí. Inteligente e sensatamente fugiram desse tema porque sabem que isso não é bom para o país e para a política. Colocaram o tão propalado “interesse nacional” à frente do interesse pessoal e abstiveram-se.

O que eu acho é que o Francisco (tal como muitos outros que tenho ouvido/lido) talvez empurrado pela vontade de “destruir” à partida qualquer tipo de sentimento positivo ou simpatia dos seus leitores em relação a Rui Rio, foi levado a rapidamente “deitar abaixo”.


Rui Rio. Como se faz alta política na baixa

09/12/2010

Logo no primeiro mandato, já lá vão quase 10 anos, Rui Rio assumiu com os portuenses o compromisso de reabilitar a Baixa do Porto. Essa zona da cidade estava deitada ao abandono e com vários edifícios a caír de podre.

Depois de tantos anos e com outros assuntos para pensar as pessoas provavelmente já se esqueceram disso, mas o presidente da CM Porto não. É um homem sério e honesto, um político competente e que cumpre as suas promessas (a excepção que confirma a regra).

Ao contrário do que fariam/fazem outros, Rui Rio criou um modelo assente no investimento privado e não apenas nos dinheiros públicos. Fundou a Sociedade de Reabilitação Urbana, a Porto Vivo e criou um projecto integrado para a Baixa da cidade.

O segundo passo foi a reabilitação das ruas e praças da Baixa, ao mesmo tempo que atraía investidores com um discurso coerente e firme. Muitos criticaram a rejeição do Corte Inglés na Boavista, mas não percebiam que Rui Rio não queria desviar o comércio da baixa.

Se tivesse aceitado fazer mais um centro comercial na zona da Boavista, Rui Rio teria perdido a confiança dos potenciais investidores na baixa. Além do mais, a zona da Boavista já tem, pelo menos dois centros comerciais. Para quê mais um?

Para além disso, a revitalização da Baixa também foi feita ao nível cultural. O renovado Mercado Ferreira Borges tem sido estrela com um programa recheado de eventos de nível. Até os jovens voltaram à Baixa para a nova animação nocturna.

Rui Rio continua a ser um exemplo, e o melhor político português. Talvez seja ele “o tal” que tantos desejam para salvar Portugal desta crise profunda. Mas para isso é preciso que o povo esteja disposto a mudar de vida, e o queira eleger.


Rui Rio: Seriedade e bom senso

15/09/2010

Rui Rio continua a cotar-se como o melhor político português. Sem espectáculos montados, sem sede de protagonismo e sem alardes continua a zelar pelo bem público e a servir a população do Porto (e de Portugal) com sentido de missão.

Depois desta, e desta, aqui está mais uma prova da arte de bem governar. Tal como diz o ditado popular “O exemplo vem de cima” e Rui Rio não se esquece disso. Em tempo de crise toma medidas acertadas e assertivas: “A Câmara Municipal do Porto reduziu 20% os salários dos seis administradores remunerados nas quatro empresas municipais“.


O bom exemplo de Rui Rio

21/07/2010

Hoje, a propósito de uma notícia que saíu no jornal i, tive uma breve troca de twitts com o presidente da JS Porto (e Secretário nacional da JS) Tiago Barbosa Ribeiro. Tudo porque afirmei que graças a Rui Rio os bairros sociais da cidade vinham sendo recuperados, dando condições minimamente dignas às pessoas que lá vivem (e são muitas, quase 20% da população do Porto, 50 mil pessoas). Coisa com que o Tiago discordou.

Rui Rio fez uma aposta forte na requalificação dos bairros sociais. E fê-lo porque sabe que o mais importante são as pessoas, e deve ser para elas que se faz política. Rui Rio não diz, faz! Ele actua e faz política para os cidadãos da cidade que lidera. Nos bairros sociais vive muita gente com condições quase desumanas, gente com dificuldades financeiras e que vive em permanente risco.

Com a requalificação dos bairros sociais Rui Rio não só está a dar mais qualidade e dignidade à vida das pessoas que ali moram, como também está a evitar getos que são quase sempre incubadoras de criminosos. Esta é uma das melhores formas de coesão social e de ajuda à integração destas pessoas. Ao mesmo tempo evita-se e previne-se a criminalidade que está sempre ligada a estes locais e se espalha depois pela cidade.

A requalificação não é feita ao acaso e sem um planeamento. Além de requalificar casas ou espaços públicos, a CM Porto cria também novos equipamentos (desportivos e outros), ruas e percursos pedonais. Abre também espaço a instituições de intervenção e apoio social, para que fiquem mais próximos dos bairros e das pessoas que delas necessitam. Desde 2001 que a CM Porto investiu mais de 130 M€ na habitação social e na recuperação dos bairros sociais.

Ainda assim isto não chega para socialistas como o Tiago. Pena ele ter-se esquecido que o seu Governo PS – aquando da elaboração do OE2010 – decidiu estrangular financeiramente o PROHABITA, o que só vai fazer com que a CM Porto faça mais esforço, pois apesar de tudo Rui Rio prometeu não suspender a requalificação nos bairros. Foi uma promessa, é para cumprir.

Tal como disse Rui Rio hà pouco tempo o “Esforço da CM Porto tem sido investir onde é mais necessário, e não onde se consegue mais popularidade politica e mediática“. Talvez se José Sócrates – líder do partido e do Governo apoiado pelo Tiago – tomasse também este princípio, Portugal estivesse melhor.


Santana Lopes é como o vinho do Porto

03/11/2009

Pedro Santana Lopes parece ser como o vinho do Porto: quanto mais velho, melhor. Desde que foi Primeiro-Ministro de Portugal e Presidente do PSD, parece ter ficado mais humilde, mais inteligente, mais responsável, mais democrata, com uma verdadeira postura de estado.

A assunção do cargo de vereador esta semana, na Câmara Municipal de Lisboa, prova exactamente isto e joga a favor não só dele como da credibilidade dos políticos e da política. Ultimamente, a par de Rui Rio, Santana Lopes é o político que mais tem feito para que os portugueses voltem a confiar na classe política.


Norte unido contra centralismo do Governo

02/11/2009

Foi com muito agrado que vi Luis Filipe Menezes “estender a mão” a Rui Rio, no discurso de vitória das autárquicas. Esta é uma atitude de louvar por parte de um Menezes que – quando não se deslumbra com o mediatismo – sabe soltar o que de melhor há em si: humildade, inteligência e amor pelo norte.

Esta união entre as duas câmaras (que se faz através de grupos de trabalho nas mais variadas áreas, lideradas pelos vereadores) é muito importante para combater o centralismo do Governo de José Sócrates que abandonou desde 2005 a região norte, que entretanto foi a mais fustigada pela crise.

Além disso é muito importante lutar por dossiês fundamentais como a nova travessia do Douro, a ponte pedonal a ligar as zonas ribeirinhas ou as linhas do metro do Campo Alegre e Vila d’Este.


Rui Rio, um exemplo

01/11/2009

Rui Rio é, para mim, o melhor político português. Antes de tudo está na política para servir e não para se servir e depois é um homem íntegro, honesto, humilde, corajoso, etc. Tudo isto ficou mais uma vez patente neste caso.

E para quem gosta de compações entre uns casos e outros, entre uns políticos e outros, aconselho a ler este post de Fernando Martins no Cahimbo de Magritte.

Leva-me também isto a reafirmar que no Porto, vivem pessoas inteligentes, que sabem bem o que querem, e que não se deixam levar por uma comunicação “dita” social parcial. Por isso continuam a dar maiorias a Rui Rio, enquanto que noutros concelhos se vota em políticos corruptos, indiciados e até condenados.


Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.

Junte-se a 625 outros seguidores