A táctica do PS e do seu director de campanha

25/07/2015

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É esta a táctica do PS. A estratégia do director de campanha de António Costa, Ascenso Simoes.

Nao surpreende. Aliás acontecerá em todos os partidos. Mas é triste.

Estao todos mais preocupados com a manipulacao de imagem e opiniao pública, do que com o futuro do país.

Nada de novo portanto. E os portugueses vao votar neles. Terao o que merecem.


Colégio Militar… Para Elites ou de Elites?

24/07/2015

Excelente artigo do Pedro Lomba.

Engano Vital

Que eu saiba – e acho que sei alguma coisa, já que o meu pai e tios foram alunos e são ex-alunos activos – o Colégio Militar nunca foi uma escola para as elites. Pelo contrário. Acolheu todos e transformou-os em elites. Homens capazes e de sucesso no que quer que tenham escolhido ter como vida e profissão.


António Capucho vs Mário Soares. Descubra as diferenças

06/06/2015

Há mais de uma ano escrevi sobre a polémica à volta da expulsão de António Capucho do PSD. Apesar de defender que o processo foi mal conduzido e provavelmente desnecessário critiquei fortemente o seu comportamento.

Agora sou surpreendido (não muito, para ser franco) com a notícia do Expresso “António Capucho é orador surpresa na abertura da Convenção do PS“.

António Capucho devia ter vergonha. Tudo o que de bom foi e fez no PSD (desde os tempos de Sá Carneiro e da AD) deitado pelo cano abaixo por causa de uma birra.

Não saber sair de cena pelo próprio pé acaba invariavelmente nisto… envergonhar-se a si próprio e perder o capital que tinha acumulado durante uma vida de serviço público.

O mesmo aconteceu com outros, nomeadamente com Mário Soares. A única diferença é que António Capucho tem menos 20 anos, o que torna o caso mais “grave”.


Campeonato Nacional de Futebol… desde 1974

21/05/2015

Actualização da contabilidade…

Época ¦ Vencedor ¦ Treinador
2014/2015 SL Benfica (Jorge Jesus)
2013/2014 SL Benfica (Jorge Jesus)
2012/2013 FC Porto (Vitor Pereira)
2011/2012 FC Porto (Vitor Pereira)
2010/2011 FC Porto (André Villas-Boas)
2009/2010 SL Benfica (Jorge Jesus)
2008/2009 FC Porto (Jesualdo Ferreira)
2007/2008 FC Porto (Jesualdo Ferreira)
2006/2007 FC Porto (Jesualdo Ferreira)
2005/2006 FC Porto (Co Adrianse)
2004/2005 SL Benfica (Giovanni Trapattoni)
2003/2004 FC Porto (José Mourinho)
2002/2003 FC Porto (José Mourinho)
2001/2002 Sporting CP (Laszlo Bölöni)
2000/2001 Boavista FC (Jaime Pacheco)
1999/2000 Sporting CP (Inácio)
1998/1999 FC Porto (Fernando Santos)
1997/1998 FC Porto (António Oliveira)
1996/1997 FC Porto (António Oliveira)
1995/1996 FC Porto (Bobby Robson)
1994/1995 FC Porto (Bobby Robson)
1993/1994 SL Benfica (Toni)
1992/1993 FC Porto (Carlos Alberto Silva)
1991/1992 FC Porto (Carlos Alberto Silva)
1990/1991 SL Benfica (Sven-Göran Eriksson)
1989/1990 FC Porto (Artur Jorge)
1988/1989 SL Benfica (Toni)
1987/1988 FC Porto (Tomislav Ivic)
1986/1987 SL Benfica (John Mortimore)
1985/1986 FC Porto (Artur Jorge)
1984/1985 FC Porto (Artur Jorge)
1983/1984 SL Benfica (Sven-Göran Eriksson)
1982/1983 SL Benfica (Sven-Göran Eriksson)
1981/1982 Sporting CP (Malcolm Allison)
1980/1981 SL Benfica (Lajos Baróti)
1979/1980 Sporting CP (Rodrigues Dias e Fernando Mendes)
1978/1979 FC Porto (Jose Maria Pedroto)
1977/1978 FC Porto (Jose Maria Pedroto)
1976/1977 SL Benfica (John Mortimore)
1975/1976 SL Benfica (Mario Wilson)
1974/1975 SL Benfica (Milorad Pavić)

Total
FC Porto = 22 títulos
SL Benfica = 14 títulos
Sporting CP = 4 títulos
Boavista FC = 1 títulos


Henrique Neto… Para variar um bocado

17/05/2015

Esta manhã, enquanto corria, ouvi a entrevista de Henrique Neto à TSF. Uma excelente entrevista. No entanto Henrique Neto não disse nada de extraordinário. Aliás, muito do que disse é, para mim, óbvio. Mas ele disse-o. Não teve medo de o dizer. Com frontalidade e sem qualquer respeito por essa regra nojenta do políticamente correcto. E é por isso que se diferencia da mediocridade política que pulula no país, e que vale a pena ouvir o que ele tem a dizer. Mais, justificou as suas convicções, opiniões e ideias de forma clara, objectiva e sem rodeios. Não vai a jogo com discursos redondos e propostas demagógicas e populistas.


Eleições no Reino Unido. A minha opinião e paralelo

09/05/2015

Cheguei a Londres em Março de 2012. Desde essa altura que todas as sondagens davam a vitória (mais ou menos folgada) a Ed Miliband, líder to Partido Trabalhista. Um homem que não foge ao padrão do político do século XXI. Iniciou-se na política com 25 anos. Antes disso estudára na University of Oxford e na London School of Economics, seguindo-se uma curta passagem no Channel 4, como apresentador de um programa sobre política.

A verdade é que o perfil, e o histórico pessoal e profissional não era muito diferente de David Cameron, líder do Partido Conservador e Primeiro-Ministro. Também ele se iniciou na política com 20 e poucos anos, juntando-se ao Partido Conservador logo após concluír a sua licenciatura na University of Oxford. Sendo que o único emprego fora da política que se lhe conhece é como Director de um grupo de média que detinha vários canais de TV.

Quando cheguei ao Reino Unido, em 2012, as semelhanças com Portugal eram enormes (apesar de os problemas e as dificuldades serem de dimensões completamente diferentes).

  1. Dois anos antes, um Governo do Partido Trabalhista tinha deixado o país em mau estado.
  2. O líder da oposição, Ed Miliband, tinha sido Ministro desse Governo (de Gordon Brown).
  3. O Governo em funções era de coligação – Partido Conservador e Liberais-Democratas.
  4. O Primeiro-Ministro David Cameron via-se forçado a aplicar medidas de austeridade.
  5. Apesar de ter sido cúmplice e co-responsável, Ed Miliband bramava contra a actuação do Governo.
  6. O resto da oposição e os média aliavam-se ao protesto e indignação dos trabalhistas.

A verdade é que os sinais positivos iam aparecendo aos poucos, mas a grande velocidade. Todos os índices estavam a ir na direcção desejada. Emprego a crescer, défice a estabilizar, serviços a melhorar. E como bónus os impostos sobre o rendimento desciam (o Personal Allowance subiu de £8,000 para £10,000 em 3 anos).

O Primeiro-Ministro ia cumprindo algumas promessas, batendo o pé à UE ou avançando com o referendo por uma Escócia independente. E ia avisando sobre medidas que intencionava implementar, como o fim do turismo de saúde (estrangeiros que entram no Reino Unido apenas para se aproveitar do NHS – serviço nacional de saúde) e do equivalente ao rendimento mínimo garantido, para qualquer pessoa (nacional ou estrangeira) que vivesse no país.

Naturalmente que muitas outras promessas foram quebradas e medidas esquecidas, mas a verdade é que David Cameron e o Partido Conservador se centraram naquelas que sabiam ter mais impacto na sociedade e aceitação no eleitorado.

Chegados à campanha eleitoral…

  1. Ed Miliband e o Partido Trabalhista, resolveram radicalizar ainda mais o seu discurso (talvez a reboque de Syrizas, Podemos e afins). Adoptando um discurso demagógico e fazendo promessas populistas.
  2. Nick Clegg e os Liberais-Democratas, parceiros de coligação no Governo, resolveram culpar David Cameron e o Partido Conservador pela austeridade e erros do Governo, e ao mesmo tempo reclamar para si os louros das boas decisões.
  3. David Cameron optou por manter a postura de responsabilidade e sentido de Estado. Reconhecendo a austeridade e afirmando que era um mal necessário, que começava a dar frutos. Poucas ou nenhumas vezes acusando o Partido Trabalhista de ser o responsável pela situação que encontrou.

Mas acima de tudo, a mensagem que David Cameron tentou passar aos eleitores foi a de deixarem o Partido Conservador, no Governo, terminar o trabalho que iniciou. Foram 5 anos difíceis para endireitar o país. E agora, quando as coisas começavam a tomar o caminho certo, não deitar tudo a perder, desperdiçando os sacrifícios feitos ao longo de tanto tempo.

Contra todas as expectativas o Partido Conservador de David Cameron venceu as eleições com uma confortável maioria absoluta. Só precisava de 323 deputados (porque o Sinn Fein normalmente não ocupa os seus lugares de deputados em Westminster) e obteve 331, mais 24 do que nas últimas eleições.

O Partido Trabalhista de Ed Miliband pagou caro pela demagogia e populismo adoptados. Perdeu 26 deputados. Os Liberais-Democratas pagaram ainda mais caro por tentarem desmarcar-se das decisões impopulares e de austeridade que o governo, do qual eram parceiros, teve de tomar. Perdeu 49 deputados.

Em Portugal, o resultado das eleições Legislativas 2015 poderia também ser semelhante. Mas provavelmente não será. Primeiro porque o parceiro minoritário no Governo (o CDS) não é tão estúpido como foram os Liberais-Democratas (aliás já se sabe que a coligação PSD/CDS se mantém para as eleições), e depois porque o povo português tem provado até hoje ser um bocadinho mais estúpido (a exercer o seu voto) do que o povo do Reino Unido.

Oxalá eu esteja enganado…


Je suis Charlie quando dá jeito

03/05/2015

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Há umas semanas atrás António Costa era “Charlie”. Mesmo ao centro, nesta foto cheia de outras “figuras” da política portuguesa. Indignava-se e lutava pela liberdade de expressão dos jornalistas daquele jornal francês.

Agora, António Costa manda SMS a jornalistas de jornais portugueses. Tentanto coarctar a liberdade des estes escreverem o que pensam do PS, de António Costa e do seu programa/ideias para Portugal.

É a hipocrisia e a falta de vergonha no seu limite.

Infelizmente o povo que vota já demonstrou por várias vezes ter memória curta e, daqui a uns meses, certamente que mais de 1 milhão de portugueses irá votar e eleger este escroque para Primeiro-Ministro.

Aos que vivem em Portugal e, sem culpa nenhuma, irão ver o seu futuro nas mãos desta gente, desejo boa sorte. Aos outros, os que votam, espero que tenham aquilo que merecem.


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