Francesinhas em Lisboa – Parte II

Hoje aproveitei o jogo Real Madrid vs Barcelona para ir “em busca da Francesinha perdida em Lisboa”. Resolvi fazer esta minha segunda tentativa (a primeira foi esta, e correu mal) no Dom Tacho. Já tinha lido comentários positivos na internet, e também alguns amigos me tinham aconselhado.

A primeira impressão foi boa. Quando colocaram a Francesinha na minha frente o aspecto era positivo. Já das batatas não posso dizer o mesmo, estavam brancas. Delicadamente disse que não apreciava batatas fritas, que gostava de comer apenas a francesinha, e pedi para recolher a travessa.

A Francesinha estava morna. O pão tinha claramente estado congelado, o ovo estrelado estava quase cru, e o queijo pouco derretido. Mas em contrapartida o bife era de boa qualidade, a salsicha e linguiça eram saborosas. O molho tinha a consistência certa, estava picante q.b. mas o sabor não era “aquele”.

No cômputo geral a Francesinha não estava má, e soube-me bem. O 2º episódio do périplo na busca de uma boa Francesinha em Lisboa, correu benzinho. O ambiente é agradável (o local, perto do Campo Pequeno, também ajuda) e o snack (penso que não se pode dizer que seja um restaurante) é giro.

O serviço é excelente, o funcionário é muito atencioso. O dono é do Porto e veio falar-me. Conhecia bem Santo Tirso, das festas na Casa de Chá. Nomeou alguns conhecidos, na sua maioria meus familiares. Não me descosi, pois tinha pressa para ver a 2ª parte e percebi que era um bom falador. A repetir.

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One Response to Francesinhas em Lisboa – Parte II

  1. pesta_girl diz:

    Se me permite o comentário:
    Quando me mudei para a Capital também jurei que Francesinhas em Lisboa nunca, mas o facto é que, após insistência dos amigos e de criticas lidas na Internet, resolvi visitar o D. Tacho a 17/10/2011. Bem, na primeira garfada arrependi-me logo de ter dado o benefício da dúvida. O picante estava errado é uma verdade, (ao que parece ainda esta), era um picante com base em pimenta, o que já resume a experiência. Do resto já não me recordo bem, o Dono era simpático, falador mas na memória ficou um sentido de frustação, de tal forma forte que agora convido os amigos para cá virem a casa comer as ditas francesinhas, dá trabalho, o molho demora horas, mas no fim: compensa!

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