Campeonato Nacional de Futebol desde 1974

30/04/2012

Como nestas alturas se costuma falar muito em contabilidades, facilito aqui o trabalho a alguns…

Epoca ¦ Vencedor ¦ Treinador
2011/2012 FC Porto (Vitor Pereira)
2010/2011 FC Porto (André Villas-Boas)
2009/2010 SL Benfica (Jorge Jesus)
2008/2009 FC Porto (Jesualdo Ferreira)
2007/2008 FC Porto (Jesualdo Ferreira)
2006/2007 FC Porto (Jesualdo Ferreira)
2005/2006 FC Porto (Co Adrianse)
2004/2005 SL Benfica (Giovanni Trapattoni)
2003/2004 FC Porto (José Mourinho)
2002/2003 FC Porto (José Mourinho)
2001/2002 Sporting CP (Laszlo Bölöni)
2000/2001 Boavista FC (Jaime Pacheco)
1999/2000 Sporting CP (Inácio)
1998/1999 FC Porto (Fernando Santos)
1997/1998 FC Porto (António Oliveira)
1996/1997 FC Porto (António Oliveira)
1995/1996 FC Porto (Bobby Robson)
1994/1995 FC Porto (Bobby Robson)
1993/1994 SL Benfica (Toni)
1992/1993 FC Porto (Carlos Alberto Silva)
1991/1992 FC Porto (Carlos Alberto Silva)
1990/1991 SL Benfica (Sven-Göran Eriksson)
1989/1990 FC Porto (Artur Jorge)
1988/1989 SL Benfica (Toni)
1987/1988 FC Porto (Tomislav Ivic)
1986/1987 SL Benfica (John Mortimore)
1985/1986 FC Porto (Artur Jorge)
1984/1985 FC Porto (Artur Jorge)
1983/1984 SL Benfica (Sven-Göran Eriksson)
1982/1983 SL Benfica (Sven-Göran Eriksson)
1981/1982 Sporting CP (Malcolm Allison)
1980/1981 SL Benfica (Lajos Baróti)
1979/1980 Sporting CP (Rodrigues Dias e Fernando Mendes)
1978/1979 FC Porto (Jose Maria Pedroto)
1977/1978 FC Porto (Jose Maria Pedroto)
1976/1977 SL Benfica (John Mortimore)
1975/1976 SL Benfica (Mario Wilson)
1974/1975 SL Benfica (Milorad Pavić)

Total
FC Porto = 21 títulos
SL Benfica = 12 títulos
Sporting CP = 4 títulos
Boavista FC = 1 títulos

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#25Abril – Será isto Liberdade?

25/04/2012

Todos os anos é a mesma conversa quando se aproxima o dia 25 de Abril. Certos sectores querem apoderar-se da data e deixar o resto da sociedade portuguesa de fora, como se o Dia da Liberdade fosse só deles.

Ora, como bem disse a JSD “Se a liberdade tivesse dono, era uma ditadura“. E por isso torna-se absolutamente incompreensível o facto de alguns dos actores da revolução quererem a exclusividade desta data.

Para além disso há outra coisa que não consigo compreender neste dia. O facto de tanta e tanta gente bradar pelas Liberdades (Liberdade individual, Liberdade de expressão, etc.) conquistada em 25 Abril 1974.

Mas qual Liberdade? Qual Liberdade? Qual Liberdade? De que Liberdade falam estas pessoas? 33 anos e meio depois de nascer, ainda não consegui perceber de que Liberdades falam? Ainda não as consegui encontrar!

Será Liberdade uma pessoa não poder ir sozinha ao Estádio da Luz com um cachecol do FC Porto (e vice-versa) para ver um jogo de futebol, sem ser insultada ou agredida?

Será Liberdade uma pessoa não poder saír à noite, em segurança, na sua própria cidade ou vila, sem correr o risco de ser assaltada, violada ou até mesmo assassinada?

Será Liberdade uma pessoa não poder discordar do patrão, do director ou de qualquer outro superior hierárquico na sua empresa, sem correr o risco de ser ostracizada ou despedida?

Será Liberdade uma pessoa não conseguir emprego e ser discriminada por causa da sua idade, do seu sexo, da sua cor de pele, da sua religião ou da sua deficiência?

Será Liberdade uma pessoa (doente ou acidentada) ir de Amarante ao Porto numa ambulância, em apenas 30 minutos e depois chegar ao Hospital São João e esperar horas numa maca, num corredor?

Será Liberdade um jovem não poder ambicionar uma vida melhor, e ter de desistir dos estudos, apenas porque teve o azar de não nascer em berço de ouro?

Será Liberdade dezenas de pessoas não conseguirem crédito no banco para criar o seu negócio, porque esse crédito foi gasto para o Joe Berardo brincar aos ricos?

Será Liberdade termos os meios de comunicação social (criados há séculos para fiscalizar os que detinham o poder) controlados por governos, partidos políticos e outros interesses?

Será Liberdade um homem matar (ou mandar matar) pessoas e não só ficar impune como, para além disso, ser condecorado e sustentado por aqueles que aterrorizou?

Será Liberdade uma pessoa pagar cada vez mais impostos, e ver esse dinheiro esbanjado por Isaltinos, Varas, e RP Soares ao invés de os ver investidos em Educação, Saúde, Justiça, Segurança?

Por fim transcrevo duas frases certeiras que dois amigos escreveram hoje nas redes sociais, a propósito deste dia:

Hoje não se trabalha, um dia em que se comemora (entre outras coisas mais nobres) a época de se ter direito a tudo, sem se fazer nada por isso“.

Num país em que não se celebra a conquista da independência (1128) e em que se deixou de celebrar a sua reconquista (1640), que sentido faz comemorar aquilo que foi “apenas” uma saudável mudança de regime?


Um National Volleyball Center

15/04/2012

Escrito no Sovolei

O Voleibol está longe de ser o primeiro desporto no Reino Unido. Todos sabem que o desporto rei em terras de Sua Majestade é o futebol. Aliás, não podia ser de outra maneira, já que se diz mesmo que foram os ingleses que o inventaram.

Mas isto não invalida que todo os outros desportos sejam considerados. Aliás, sendo este o país em que o futebol é vivido com mais emoção e intensidade, surpreendeu-me pela positiva o destaque que é dado a vários outros desportos.

Há tempos, ao abrir um jornal generalista, reparei que a parte desportiva tinha 13 páginas e apenas 3 eram dedicadas ao futebol. Curiosamente eram as últimas. Antes disso vinha: Rugby, Golfe, Cavalos, Ténis, Automobilismo, Criquet, etc.

E cada desporto tinha direito a uma página inteira, com grandes fotografias e parangonas. Ora, o que vemos em Portugal? Em 13 páginas, 12 são sobre Futebol, desde a 1ª Liga até ao internacional, distritais e juniores. O resto é paisagem.

Nos jornais desportivos portugueses as modalidades são deixadas para o fim. São amalgamadas nas páginas sem grandes destaques e sem fotografias. Apenas se colocam os resultados. Não há qualquer tipo de trabalho jornalístico.

Obviamente que há excepções que confirmam a regra. E essas acontecem quando um (apenas um) determinado clube vence (sim, porque quando perde também ninguém fala), ou quando um patrocinador ou a modalidade (Federação) pagam a notícia.

Um exemplo flagrante é o Golfe. Esse desporto do povo tão praticado e apreciado em Portugal! De há uns tempos para cá tem direito a páginas inteiras nos jornais, e agora tem até um canal dedicado (SportTV Golfe). Deve ter imensa audiência.

Pois aqui no Reino Unido o Voleibol não é muito famoso e não tem muitos praticantes. Mas apesar disso, existem campeonatos bem organizados em todos os géneros e todos os escalões. Voleibol indoor, Voleibol de praia e Voleibol sentado.

E esta foi outra coisa que me surpreendeu, e que tenho a certeza que não aconteceria em Portugal. Onde está referido o Voleibol indoor e de praia, está também o sentado (para atletas deficientes). A importancia dada é a exactamente a mesma.

Ao chegar ao aeroporto deparei-me com as paredes pintadas com motivos Olímpicos, com fotos de atletas. E não, não eram fotos do Beckham ou do Rooney. Eram fotos de atletas de várias modalidades. Entre elas o Voleibol de praia e sentado.

Algo impossível de acontecer em Portugal. Apesar de o país ter modalidades em que claramente é dos melhores do mundo (como o Hóquei em Patins) parece que só existe Futebol, Cristiano Ronaldo e José Mourinho (sou apreciador de ambos).

No Reino Unido, se bem entendi, os desportos mais apreciados são o Futebol, o Ténis, a Fórmula 1, o Criquet, o Rugby, as Corridas de Cavalos (não necessáriamente por esta ordem) mas isso não impede que haja um National Volleyball Center.

É esta a grande diferença. As modalidades não são discriminadas. Há aposta e investimento, e há gente competente e interessada na sua gestão. Talvez por isso haja tantos atletas (femininos e masculinos) espalhados pelos melhores campeonatos.

Podem dizer-me que ainda assim as selecções não são fortes. A ver vamos nos JO Londres 2012. Duvido que façam pior figura que a nossa selecção feminina. Mas de qualquer forma o foco deve estar só na selecção? Ou também nos clubes e atletas?

Em Portugal, o Voleibol é a modalidade mais praticada logo a seguir ao Futebol. É mesmo a mais praticada pelas mulheres. E no entanto não se vê qualquer tipo de aposta ou investimento. E a culpa não é dos atletas, mas de quem a gere.

O Voleibol, por envolver centenas de milhares de pessoas, tem um potencial imenso em Portugal. E quem de direito, não está a conseguir potencializa-lo, porque pura e simplesmente não se interessa. Não é por falta de capacidades!

Dir-me-ão “Mas afinal de contas o que tu queres é a aposta numa espécie de National Volleyball Center? Tipo Saquarema no Brasil? E onde vais arranjar o dinheiro para o fazer?”. Eu sei que o país atravessa uma situação complicada.

E também sei que um National Volleyball Center não resolvia tudo (garanto que ajudava). O que quero dizer é: E se em vez de 10 estádios de futebol tivessemos construido apenas 5… ou até 9? Podiam-se fazer muitos National [modalidade] Center!

Com isso ia não só ganhar a modalidade mas também os atletas, os técnicos, a sociedade, o país.


Zé Pedro Miranda na CMST?… é tarde demais!

12/04/2012

Hoje, através do Facebook, dei com uma petição pública. Mais uma. Desde que esta ferramenta foi criada online, e tem de facto validade, não param de ser criadas petições para tudo e para nada. A maioria é despropositada, estúpida e sem sentido.

Algumas são tão imbecis que chegam a ser patéticas, como aquela que pretendia demitir o Presidente da República. Como se fosse possível uma petição assinada por uns milhares de pobres de espírito, sobrepor-se ao voto expresso de milhões de portugueses.

Esta de que falo tem como título “José Pedro Moreda Miranda para Presidente da Câmara de Santo Tirso“. Ou seja, pretende criar uma vaga de fundo para que arranque uma candidatura do Zé Pedro Miranda à Câmara, nas eleições autárquicas de 2013.

Antes de mais quero fazer uma declaração de interesses. Sou amigo do Zé Pedro há muitos anos. Admiro-o como pessoa, profissional e político. Fiz parte do grupo restrito de pessoas que impulsionou e apoiou desde a 1ª hora o seu recente percurso político.

Pelo Zé Pedro já fiz de tudo. Desde organizar e participar em comícios e sessões de esclarecimento, passando pela elaboração de programas eleitorais e gestão da candidatura, terminando na habitual campanha de distribuição de panfletos e colagem de cartazes.

No entanto acho completamente despropositada e ridícula esta petição que agora lançam. Não duvido que quem a criou o tenha feito com a melhor das intenções, mas deveria ter pensado melhor e percebido que não ajudará e, pelo contrário, pode até prejudicar.

Explico já porque pode prejudicar. Com a proliferação (de que falei no 1° parágrafo) de petições para tudo e para nada as pessoas (tal como eu) começam a ficar fartas e a desacreditar-se nesta ferramenta. E sendo assim não se dinamizam para assinar.

Uma petição desta índole com poucas assinaturas (umas centenas, uns poucos milhares que sejam), servirá não só para os adversários ridicularizarem o Zé Pedro, mas também para os responsáveis por escolher o candidato descartarem desde logo o seu nome.

Alguns dirão que ele poderá (e quiçá deverá) montar uma candidatura abrangente e independente, e por isso não precisará dos partidos. Eu digo que conhecendo o Zé Pedro como conheço, duvido muito que ele alguma vez embarque numa candidatura concorrente ao PSD.

E como está mais do que visto (e eu já o escrevi várias vezes), o PSD já tem candidato definido há muito tempo. E esse candidato está longe de recuar ou ceder o lugar a quem quer que seja. E sinceramente, não o censuro por isso. Tem toda a legitimidade.

Aliás, quem conhece bem o Zé Pedro, sabe que ele não é homem de “vagas de fundo”. Ele só será candidato se quiser, se sentir uma força, um chamamento dentro dele. Nunca será candidato empurrado, ou baseado numa decisão tomada com emoção e sem razão.

Fala-vos quem sabe e quem já passou por isso. Não cometo nenhuma inconfidência se disser que tanto na candidatura à Junta, como nas vezes em que falamos de hipotéticas candidaturas à Câmara, o Zé Pedro nunca vacilou ou abdicou do seu espaço de ponderação.

Muitos de vós conhecem a minha opinião. Com o concelho a afundar-se cada vez mais pela gestão do PS, e com o abandono forçado de Castro Fernandes, 2013 era uma boa oportunidade para o PSD ganhar a Câmara e colocar Santo Tirso no rumo do desenvolvimento.

E tal como disse a muitos de vós em várias ocasiões, acho que o Zé Pedro seria talvez a melhor pessoa para liderar esse processo de mudança. Mas não é isso que manifestamente vai acontecer. Portanto não vale a pena forçar a coisa e desgastar a imagem do Zé Pedro.

Infelizmente, isto quer dizer que (nas mãos do PS ou do PSD) Santo Tirso perderá mais 4 anos. Continuará a dirigir-se para o abismo e para o empobrecimento até pelo menos 2017. E ficam todos muito revoltados? Foi pena só terem pensado nisso agora. É tarde demais.


10 coisas que não devem estar no teu CV

12/04/2012

Nos tempos que correm escasseiam as oportunidades de emprego, são demasiados os candidatos, e na maioria dos casos eles equivalem-se em termos de formação académica, experiência, etc. Torna-se por isso mais difícil conquistar um lugar numa empresa.

Para se ser escolhido é preciso destacar-se de alguma forma. Marcar a diferença em relação aos outros candidatos. Mas o problema muitas vezes é que nem sequer existe oportunidade para “brilhar” no cara-a-cara, porque nem se chega à fase da entrevista.

A 1ª impressão conta muito. É necessário portanto descobrir uma forma de fazer a diferença no pouco tempo que o recrutador olha para o Curriculum Vitae. E dizem estudos recentes que numa primeira “filtragem” esse tempo não ultrapassa os 6 segundos!!

O estudo, que avaliou recrutadores durante vários processos de recrutamento, mostra que nesse curto periodo de tempo, eles olham preferencialmente para: Nome; Empresa e Função/Posição actuais; última Empresa e Função/Posição; Formação e respectivas datas.

Sendo assim é extremamente importante ter um CV claro, objectivo, limpo. E esse é meio caminho andado para que nos ofereçam a oportunidade de “brilhar” numa entrevista presencial. Caso contrário recebemos o tal email “O seu CV ficou na base de dados…

Estou longe de ser especialista, mas tenho alguma experiência nestas coisas. Aliás, muita gente me tem pedido para criar, corrigir, ajustar, ou apenas opinar sobre os seus CV. Ultimamente tenho também sido chamado (profissonalmente) a avaliar alguns.

Não tentes convencer que estás muito interessado no emprego. Se concorreste é óbvio que estás. Doutra forma não tinhas sequer enviado o CV.

Retira as experiências profissionais irrelevantes. O part-time que tiveste quando andavas no liceu não interessa nada, até pode jogar contra.

Não menciones coisas pessoais como Estado Civil, Preferência Religiosa, etc. Aliás, hoje é até ilegal o recrutador fazer esse tipo de perguntas.

O CV não deve ser muito extenso. Isto pode ser complicado se tiveres muita experiência profissional, mas o recrutador não tem tempo ou paciência.

Esquece a lista dos teus hobbies. Isso não interessa nem ao menino Jesus e, que raio… isto não é o teu perfil do Facebook ou do Hi5.

Esconde o mais possível a tua idade. Claro que está na informação pessoal, mas mantem-no “longe da vista” para não seres descriminado pela idade.

Nunca escrevas o teu CV na terceira pessoa. Revela que podes não ter sido tu a fazê-lo e… Pelo amor de Deus, tu não és jogador de futebol.

As referências devem ficar de fora do CV. Se o recrutador achar que precisa ele irá pedi-las. E deverás querer avisar quando receberão o contacto.

Cuidado com o endereço de email que colocas. Tenho um amigo que usa o endereço “corpodanone@gmail.com”, só espero é que nunca o coloque num CV.

10° Nada de contactos profissionais! É perigoso e pouco ético. Vê lá se queres ser despedido e lembra-te que email/telemovel podem ser monitorizados.


Social CRM: Mistura explosiva e poderosa

11/04/2012

Há uns meses atrás, sobre o tema do “Social CRM” escrevia num dos meus artigos: “Existem hoje várias comunidades online relacionadas com os mais diversos temas. Seja em fóruns, blogues ou redes sociais, grupos de pessoas discutem um mesmo assunto, Produto ou Serviço“.

Na verdade, nos dias que correm, seja no Twitter, Facebook, Youtube, Blogs ou outros fóruns, as pessoas partilham conteúdos e discutem sobre os Produtos e Serviços que já têm ou que pretendem adquirir. Falam sobre a Marca, o Prestador de Serviço, o Fabricante, etc.

Essas pessoas podem estar a falar de questões relacionadas com o Produto/Serviço que o próprio Fabricante/Prestador de Serviço desconhece. Podem estar a escrever sobre uma funcionalidade que desejam. Ou podem simplesmente estar a ponderar comprar desta ou daquela Marca.

Elas são clientes ou potenciais clientes, pelo que as Empresas deverão estar com atenção. Tal como escrevi: “As Empresas deverão estar atentas, e se possível envolvidas nestas comunidades […] Estas comunidades são uma boa oportunidade para recolher necessidades e tendências“.

Mais do que recolher necessidades e tendências, as Empresas deverão poder analisar e organizar esses dados, cruzando-os com a sua aplicação CRM. Esta mistura “explosiva” pode tornar-se poderosa e trazer: mais e melhores leads de negócio, mais vendas e retenção de clientes.

Já existem hoje ferramentas que fazem este trabalho. Ou seja, recolhem e analisam os dados retirados das redes sociais, e integram-nos com CRM. Permitindo assim que esses dados sejam utilizados nos processos de negócio automatizados já existentes nas aplicações de CRM.

Uma dessas ferramentas é o Buzzient, que segue as redes sociais em tempo-real. Pode ser configurado para seguir um Produto ou uma Marca específica, e recolhe os dados de qualquer post que lhes faca referência. Os dados entram no sistema e ficam disponíveis para análise.

Pode também recolher informação sobre quais os tópicos mais falados numa determinada área de negócio, identificar automáticamente quais os directos concorrentes que as pessoas mais referem, ou medir o volume de conversações online no seguimento de campanhas de marketing.

Também importante, é a funcionalidade que permite ver como vão evoluindo as opiniões em relação a determinado Produto, Serviço, Marca ou Empresa. O que as pessoas gostam mais e menos. Que websites são mais procurados para falar sobre eles, e quais são os mais influenciadores.

Para finalizar, o Buzzient tem a útil funcionalidade de criar relatórios customizados que podem ser apresentados em formato Word ou PowerPoint. Também é possível enviar alertas em tempo-real para aplicações externas ou mesmo dispositivos móveis.

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