Siebel CRM + CRM On Demand = Oracle Fusion CRM

31/07/2012

Last week, between 24th and 26th July, I had the opportunity to attend the Oracle Fusion CRM boot camp in Paris on behalf of Enigen UK. It was a very intensive but fruitful week where we could confirm how powerful is Fusion CRM. This tool can bring real value-added to our customers and will certainly improve and evolve the relationship between companies and its clients. Which in turn increases return on investment and brings profit.

As I see it Fusion is a mix between Siebel CRM and CRM On Demand and has the best of those two worlds. It as the potential to be as powerful and flexible as Siebel CRM, and it is user friendly and straightforward as CRM On Demand. Once you know it you can see that it is true what Oracle says about designing it, from the ground up, using the latest technology advances and incorporating the best practices gathered from Oracle’s customers.

As you must know Fusion CRM is one of the pillars of Oracle Fusion Applications suite that incorporates also HCM, SCM, PPM, GRC, Procurement and Financials. Oracle spent billions of dollars developing this suite, and in the last 6 years more than 4.000 developers were dedicated to it. Fusion CRM sets a new standard for CRM, is a 100 percent open-standards-based business application, and is available on demand or on premise.

One of the most impressive things in Fusion CRM is the Territory Management, a core tool for sales teams. Territories can be defined with 11 dimensions(!) and can match the three most important issues: Sales Reps Balance, Gaps and Overlaps. It is also possible for Managers to plan Territory realignments and have a preview of the future results (metrics and analytics) before applying it.

Also for us – business and technical consultants or developers – Fusion CRM seems to be one step ahead of Siebel CRM and CRM On Demand. The 4 Composers (Application Composer, Page Composer, Process Composer and Reports Composer) seem very user friendly and easy-to-use. These are the tools that we are going to use to customize and extend Fusion CRM to meet our customers’ business processes and requirements.

Some so-called specialists were calling Oracle Fusion the “Confusion”. They don’t seem to know the meaning of both words. Fusion means combination of two or more things, an act of merging, and that’s what Oracle did putting together all its applications in one platform. On the other hand Confusion means lack of order and method, and that seems to fit the products of Oracle’s biggest competitors.

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Combate a fogos faz-se com gestão e ordenamento

20/07/2012

36% do território português é área florestal. São cerca de 3.5 milhões de hectares. Uma das maiores áreas florestadas da Europa. 85% dessa área pertence a privados, 3% pertence ao Estado e 12% são baldios.

Todos os anos por altura do verão o país é fustigado com incêndios. E todos os anos as “causas” e os “culpados”, apontados pela comunicação social e pela opinião publicada, são os mesmos: Calor e Criminosos.

A verdade é que o que falta em Portugal é uma verdadeira política de ordenamento e gestão florestal. Para além disso, falta também a já conhecida eficácia na prevenção, vigilância e combate aos fogos florestais.

É preciso que o país aposte em Engenheiros Florestais – especializados em ordenamento florestal e também no combate aos fogos – que ajudem na gestão da floresta e na coordenação do combate.

É necessário também apostar na profissionalização de unidades de combate a fogos (nos corpos de bombeiros ou do exército). A verdade é que os voluntários têm muita boa vontade, mas não chega.

20% da área florestal portuguesa é eucalipto e pertence na sua maioria às industrias papeleiras (Portucel, Soporcel, Celbi…). Essas não se podem dar ao luxo de perder floresta em incêndios.

Todas essas empresas têm corpos e meios profissionais de prevenção, vigilância e combate aos fogos. E muito poucas vezes os incêndios nas suas florestas tomam as proporções dos outros.


Lembrar o “Dr.” Armando Vara

17/07/2012

No seguimento do post anterior aproveito para acrescentar algo mais. Relembrar os mesmos senhores que Armando Vara foi também ele agraciado com um canudo de licenciado pela “mui nobre” Universidade Independente.

Isto aconteceu poucos dias antes de Vara ser nomeado, pelo Governo do amigalhaço José Sócrates, para um cargo de administração na Caixa Geral de Depósitos. Cargo esse que estava vedado a candidatos sem um certo grau académico.


Por falar em licenciaturas e informações falsas

17/07/2012

Já o disse e escrevi várias vezes: Miguel Relvas devia abandonar o Governo ou então ser demitido por Pedro Passos Coelho. A bem da credibilidade do Governo e do país. Devia fazê-lo não só mas também por causa do caso da licenciatura.

A propósito disso, tenho visto muita agitação em certos sectores da sociedade e em certos partidos políticos. Tenho visto muita indignação relacionada com a “licenciatura” de Miguel Relvas. A esses deixo este link de onde sublinho:

At the age of 18 he went to Coimbra, where he earned a degree in civil engineering” … Mentira!

He received an MBA in 2005 from the Lisbon University Institute” … Mentira!

José Sócrates was one of the founders of the youth branch of the Portuguese Social Democratic Party” … Mentira!

[in 1997] Sócrates became minister for youth and sports” … Mentira!

Note-se que no final aparece a nota de rodapé: “Source: Information provided by the office of Prime Minister José Sócrates

E aqui não estou sequer a fazer referência à informação falsa prestada ao parlamento durante muitos anos, ao facto da licenciatura ter sido tirada ao domingo, de os professores das cadeiras serem amigalhaços, etc, etc.

Há muitas razões para criticar o caso da licenciatura de Miguel Relvas, mas há muito poucos que o podem fazer. Haja coerência! Haja decência! Haja memória! Haja vergonha!


Post para memória futura e fácil acesso

13/07/2012

Nunca norteei a minha vida por esse objectivo [de ter uma licenciatura], norteei a minha vida pela simplicidade da procura do conhecimento permanente“, Miguel Relvas (12 de Julho de 2012)


A “vida e obra” de Miguel Relvas

11/07/2012

Na sequência deste meu post, deixo ficar aqui um link para um documento PDF que contém um artigo de jornal de 1997. Artigo sobre a “vida e obra” de Miguel Relvas, que fica à consideração de cada um tomar por verdadeiro ou falso. Foi-me enviado por um bom e atento amigo.

Artigo de Jornal de 26 Novembro 1997


Vou enriquecer o meu CV com mais 6 licenciaturas…

05/07/2012

Entrei na faculdade em 1996 com 17 anos, mas a minha média não era muito elevada, pelo que só entrei na 3ª opção, a UTAD em Vila Real. Nos 2 anos que lá estive fiz 11 cadeiras. Em 1998 pedi transferência para aquela que tinha sido a minha 1ª opção, a FEUP no Porto. A transferência deu-me equivalência a 9 cadeiras.

Passados 6 anos, em 2004, com o estágio curricular feito e apenas 4 cadeiras para terminar o curso resolvi começar a trabalhar. Depois de 4 anos em que o trabalho esteve à frente do estudo, em 2008, consegui finalmente licenciar-me em Engenharia Electrotécnica. Tenho ideia de ter feito mais de 40 cadeiras.

Como eu, centenas de colegas e milhares de outros estudantes pelo país fora, dedicaram vários anos da sua vida a estudar. Na escola, no ciclo, no liceu, na faculdade. Apostando na sua formação e investindo no seu futuro. Ganhando acima de tudo skills e competências, e não um canudo ou um título.

Descobri agora que tudo isto é uma treta. Não é necessário todo este “sacrifício” para se ter uma licenciatura, um mestrado ou até um doutoramento! Sim, ontem ouvi o reitor da Universidade Lusófona dizer que também nos doutoramentos pode haver equivalências mediante a experiência do candidato a aluno.

Ora sendo assim resolvi que em breve tirarei um ano sabático – sim, apenas um. Chega perfeitamente – para enriquecer o meu Curriculum. Vejamos: Com 6 meses como estudante Erasmus em Paris (2003/2004) e 4 meses como profissional em Londres (2012) irei concluir o Curso de Relações Internacionais.

Sou militante do PSD há 13 anos e sou ex-Presidente do Núcleo PSD Santo Tirso, ex-Vice-Presidente da Concelhia PSD Santo Tirso, ex-Vogal do Núcleo PSD Santo Tirso, ex-Conselheiro Distrital JSD, ex-Conselheiro Distrital PSD, ex-Delegado a dois Congressos Nacionais JSD. Facilmente tiro o Curso de Ciência Política.

Há cerca de 4 anos que trabalho com o Sovolei onde escrevo noticías, faço reportagens e entrevistas, pelo que o Curso de Jornalismo e Comunicação Social está grantido. No âmbito do Sovolei organizei também vários torneios de voleibol por isso tirarei o Curso de Administração e Organização de Eventos.

Durante 11 anos da minha vida fui escuteiro do Corpo Nacional de Escutas. Participei em várias acções de solidariedade e apoio a organizações, pessoas desfavorecidas ou à comunidade. Ajudei a sociedade e o meu próximo. Não tenho dúvida por isso que o Curso de Ciências Sociais e Humanas já cá canta.

Por último, fui durante 2 anos atleta federado de Futsal, 5 anos atleta federado de Andebol, 3 anos atleta federado de Ténis, 2 anos membro da direcção de um clube. Portanto, cuidado Mourinho, o Curso de Treinador de Nível IV está assegurado e a qualquer momento posso dominar o futebol mundial.

Actualização (input do meu caro amigo Hugo Assoreira): Afinal são 7 licenciaturas. A beber (maioritariamente Cerveja e Vinho) desde 1994 com toda a certeza concluirei facilmente o Curso de Enologia, lembro-me que havia na UTAD e confesso que me despertou interesse na altura.

Actualização (o post está a ficar extenso, mas lembrei-me agora mesmo): Talvez sejam 8 licenciaturas. É que há um curso que sempre quis tirar. Muitos dos meus amigos (principalmente dos escuteiros de Santo Tirso) lembram-se desta magnífica licenciatura: Medicina Aplicada a Animais de Abate.


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