Wimbledon 2013: Valeu a pena!

30/06/2013

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Ontem cumpri um sonho, estive em Wimbledon, um dos torneios do Grand Slam de Ténis. Em 2012 falhei depois de 2 horas na fila. Este ano não facilitei, acordei às 4h30 da manhã para me juntar à fila (The Queue).

Quando cheguei a Wimbledon eram 6h30 e havia já 7.300 pessoas na fila. Deram-me o Queue Card número 7.390. Pelas 8h30 haviam já 11.000 pessoas na fila e a organização aconselhava (através das redes sociais) a mais ninguém ir.

Depois de 7 horas (!!) de espera na companhia de duas simpáticas espanholas (de Oviedo e San Sebastiam) que vivem em Southampton, consegui finalmente chegar à bilheteira, e comprar um bilhete para entrar e para os Courts 4 a 19.

Passadas 6 horas e muitos jogos vistos, foi possível arranjar o tão desejado bilhete para o maravilhoso Court Central, com capacidade para 15.000 pessoas. O que permitia ver os jogos em destaque do dia, envolvendo os melhores tenistas do mundo.

Tive vários privilégios e prazeres. Entre eles…

  1. Vi jogar o #1 ATP Novak Djokovic
  2. Vi jogar a #1 WTA Serena Williams
  3. Vi jogar a #1 WTA pares Roberta Vinci
  4. Vi jogar dupla #1 ATP pares Bryan/Bryan
  5. Vi jogar a histórica #84 WTA Kimiko Date (42 anos)
  6. Trouxe como recordação raquete do #27 ATP Benoit Paire
  7. Estive ao lado do famoso treinador Nick Bollettieri
  8. Assisti a 7 jogos, 2 dos quais no Court Central

Entre outros, também vi jogar  Nadia Petrova (#16 WTA), Dominika Cibulkova (#19 WTA), Tsevetana Pironkova (#72 WTA), Flávia Pennetta (#166 WTA), Katarina Srebotnic (#8 WTA Pares), Jeremy Chardy (#25 ATP) ou Lukasz Kubot (#130 ATP)

Para um fã (e ex-praticante) do ténis, valeram muito a pena 1 ano e 7 (loucas) horas de espera!

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4 anos de #EraMaisUmFino

24/06/2013

O “Era Mais um Fino” faz este mês 4 anos. E só foi possível durar este tempo todo porque ele tem leitores fiéis. Partilho portanto com todos, os números referentes aos 4 anos de actividade deste blogue:

  • Mais de 120.000 visitas
  • Mais de 2.000 comentários
  • Mais de 1.000 seguidores
  • Mais de 630 posts

Para assinalar esta data vou criar a hash tag #EraMaisUmFino. Agora que as principais redes sociais suportam esta funcionalidade, vale a pena tê-la associada ao blogue.

Assim sendo, seja no Twitter, Facebook, ou noutra rede social, todos os posts irão acompanhados de #EraMaisUmFino para ser mais fácil seguir as novidades.

Dentro de 2 meses farei 10 anos como blogger. Comecei em Setembro 2003, há 10 anos atrás, quando criei o blog “Luis XVI – O Rei Sol” que servia para relatar as minhas experiências em França, durante o período de Erasmus.

Desde então, já criei ou participei em quase uma dezena de blogues. Continuarei a blogar, por aqui e por outros locais da blogosfera esperando que vocês, fiéis leitores, me acompanhem. Obrigado.


Vendo Honda Civic Híbrido – 4.500 €

24/06/2013


(clicar na fotografia para ampliar)
Honda Civic IMA – Híbrido (Gasolina 95 + Eléctrico)

Motor:
– 4 cilindros
– 1340 cc
– 90 cv
– Caixa manual 5 + MA
– Injecção multiponto

Performance:
– Vel. Máxima 180 km/h
– 0-100 km/h em 12 seg.
– Consumo médio 5,5 l/100
– Auto-stop

Conforto:
– Ar Condicionado
– Bancos Aquecidos
– Fecho Central
– Direcção Assistida
– Vidros Eléctricos
– Retrovisores Eléctricos e com Desembaciador
– Radio com Leitor CD

Segurança:
– ABS (Anti-lock braking system)
– EBD (Electronic Brake Distribution)
– Airbag Condutor
– Airbag Passageiro
– Airbag Lateral

Capacidades:
– Capacidade da mala 340 l
– Capacidade do tanque 50 l

Estado:
– Dezembro 2005
– 145.000 Km
– Revisões feitas sempre em concessionários Honda

Interessados podem contactar luismelo78@gmail.com ou +351 917 269 133


O porquê das coisas, no Brasil

22/06/2013

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Hoje é Sábado, o primeiro do Verão, e é portanto dia de ir até ao “Nova Esperança”. No meu post de hoje falo do Brasil. Podem ler clicando aqui.


Alunos mentecaptos a favor da greve

17/06/2013

Hoje, no Telejornal, ouvi um aluno de Braga dizer “Queríamos impedir os nossos colegas de fazer o exame. Tentamos ao máximo incomodar. Gritamos, cantamos, batemos às portas e às janelas, invadimos as salas. Depois fecharam-nos as portas e não nos deixaram entrar, o que não me parece que seja permitido“.

Este mentecapto, imbecil, mal educado e mal formado ao invés de ter tido os seus minutos de fama em horário nobre, deveria era ter uns pais que lhe assentassem umas lambadas bem dadas por ter feito semelhante figura triste na frente das câmaras de TV para o país inteiro ver.

Mas naturalmente que, muito pelo contrário, hoje quando chegar a casa terá o aplauso do seu pai e da sua mãe (ou dos dois pais ou duas mães, caso seja co-adoptado), que terão muito orgulho de contar no café e no trabalho o brilhante feito do seu filho, qual líder revolucionário do 12° A.

O que aquele idiota e os seus amigos néscios fizeram foi apenas e tão só um acto de vandalismo e selvajaria consequência de um enorme egoísmo e de falta de respeito pelos seus próprios colegas. O que ele acha perfeitamente legítimo. Já o facto de o impedirem, a ele não lhe “parece que seja permitido”.

O destaque dado a esta escola, onde falaram mais 2 ou 3 alunos – obviamente escolhidos a dedo para cumprir o objectivo da reportagem – e um professor sindicalista que nem sequer leccionava naquela escola, contrasta com muitas outras em que alunos condenaram a greve e os professores.


Ryan Air’s awful Customer Service

13/06/2013

A few weeks ago I had a really bad experience flying with Ryan Air. Thus, I wrote a complaint. In Ryan Air’s website they say “We take pride in giving you the best possible service“.

It took Ryan Air 10 days (!!) to acknowledge my complaint and in the reply the Customer Service agent asked me to call a value added number or to post a letter to an address.

When I asked for a 21st Century channel (e.g. email) the Customer Service agent told me there wasn’t any and also told me (in what I find a rude way) to keep trying to call them.

This should be a guide on “What not to do when you want to deliver a good Customer Experience” or “Three main steps on how to lose a frequent Customer“.

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É preciso muito mais para se ter nas mãos o futuro dos Tirsenses

05/06/2013

Em política é absolutamente essencial que o foco esteja nas ideias, ideais, rumos, estratégias e acções – que nos dias que correm, e perante os problemas que atravessamos, devem ser mais soluções. Mas está hoje provado e comprovado que esses problemas surgiram por causa da incompetência e negligência dos políticos, que inadvertidamente ou propositadamente geriram com dolo a coisa pública. É portanto hoje impossível fazer escolhas políticas sem avaliar também o perfil dos candidatos. O seu passado pessoal, académico, profissional e político. Esta ordem não é inocente e explico porquê.

Considero que um homem digno de representar o povo e de alguma forma o guiar num cargo de liderança política, tenha que ter atrás de si – e em primeiro lugar – uma saudável formação e educação pessoal. Só isso pode garantir que é um homem com valores e princípios. Um homem com uma personalidade bem definida e com carácter. Um homem íntegro, sério, honesto, responsável. Todas elas características essenciais para se poder confiar nas suas mãos não só o destino mas também a gestão do dinheiro (das contribuições) de uma população.

É necessário que haja também um percurso académico que lhe tenha permitido desenvolver as suas capacidades intelectuais, o conhecimento, a cultura. Só isso pode garantir capacidade de raciocínio, de entendimento, e suficiente abertura de espírito para resolver os problemas dos outros. Capacidade de os analisar, de pensar uma solução, de planear a implementação e de ser bem sucedido na sua execução. Não é de todo necessário ter estudos superiores, mas sim ter um percurso bem definido e sucedido, que acima de tudo lhe tenha permitido manter uma permanente actividade intelectual.

A carreira profissional é por regra consequência do percurso académico. E ela deve ser transparente e imaculada, mostrando de preferência uma linha condutora coerente e principalmente resultados positivos. Só isso pode garantir um alto profissionalismo e uma vontade de ir ao fundo das questões, não se ficando apenas pelo superficial. O percurso profissional deve demonstrar inequivocamente uma alta exigência consigo mesmo e um grande brio. Para se ocupar lugares de liderança política é também essencial ter comprovadas capacidades de gestão de pessoas, de expectativas e de conflitos.

O percurso político é a meu ver o menos importante, senão mesmo dispensável nos dias que correm. Isto porque, regra geral, é sinal de interesse partidário, cacique, vício. A experiência política é boa caso advenha do desempenho de cargos públicos electivos e é relevante se redundou em algo concreto e positivo. Naturalmente que a transparência na forma como se foi eleito e desempenhou o cargo é absolutamente crucial. No nosso sistema político a militância e passagem por partidos políticos é quase necessária, mas não é obrigatório (será mesmo desaconselhável) a participação na “máquina”.

Isto vem a propósito de uma insistente tendência nas caixas de comentários deste blogue, onde de cada vez que se critica a falta de perfil, de preparação e de capacidade políticas do candidato da coligação PSD/PPM, alguém (anónimo) vem discorrer sobre o “brilhante” curriculum de Alírio Canceles. Penso que nunca aqui escrevi sobre o tema – talvez porque fosse inexistente – mas vamos a isso. Uma exaustiva pesquisa não permite chegar a dados conclusivos. Nem nas ferramentas oficiais da candidatura existem dados sobre o candidato, pelo que sobre transparência estamos conversados.

O percurso pessoal é desconhecido pela maioria dos Tirsenses, o que acaba por ser normal dado que Alírio Canceles não é o que se chama um “Tirsense de gema”. Nasceu noutro local e estabeleceu-se em Santo Tirso. O que por si só não é uma desvantagem, e o longo período vivido no concelho deveriam conferir-lhe o conhecimento necessário. Em lado algum existem dados sobre o percurso académico ou profissional. Nada sobre as escolas frequentadas ou as funções desempenhadas no mercado de trabalho. Sabe-se apenas que é Técnico do IEFP em Santo Tirso, desconhecendo-se quaisquer avaliações de desempenho ou resultados.

E quanto ao percurso político – o tal que tanto se propala nas caixas de comentários deste blogue e não só – ele divide-se em duas partes. A ocupação de cargos partidários (membro de vários orgãos na estrutura do PSD ao nível local, concelhio e distrital) aos quais chegou trabalhando na tal “máquina”. E a ocupação de cargos públicos sem poder executivo (membro da Assembleia Municipal e vereador sem pelouro) onde chegou a reboque de resultados eleitorias conseguidos por outros, e onde não apresenta qualquer resultado perceptível ou concreto.

A meu ver, é preciso muito mais do que isto para se ter nas suas mãos, e à sua responsabilidade, o futuro dos Tirsenses e o futuro de Santo Tirso.


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