iPhones atingidos na manif de ontem

16/10/2012

Ontem cerca de 100 delinquentes infiltrados em mais uma manifestação, usando o anúncio do OE 2013 como pretexto, resolveram provocar desacatos junto à Assembleia da República. Nos relatos que os jornalistas presentes faziam nas redes sociais podia ler-se:

– “foram atiradas garrafas aos polícias, lançados petardos e ateada uma fogueira
– “para dentro do perímetro policial foram arremessadas garrafas de vidro
– “tinham sido atiradas muitas garrafas de cervejas aos polícias

E de repente, no twitter de uma jornalista da TVI, sai esta pérola: “manifestantes pedem aos polícias para tirarem os cães que estão a ser atingidos por vários objectos“. Eu, sinceramente, não consigo encontrar adjectivos para qualificar tamanha imbecilidade.

A única coisa que posso dizer é que isto demonstra bem o quão patéticos são estes delinquentes mascarados de manifestantes, a quem falta discernimento, inteligência e capacidade de raciocínio, e para quem as prioridades estão completamente trocadas.

Eu, se fosse comandante da polícia, teria pegado no megafone e teria pedido aos manifestantes para deixarem os iPhone em casa, ou que os fossem colocar no carro e voltassem, porque nos bolsos dos casacos/calças eles estavam a ser atingidos pelos bastões.


A farsa do 25 de Abril (reloaded)

25/04/2011

Transcrevo aqui o que postei no dia 25 de Abril de 2010:

Podem chamar-me o que quiserem, até fascista, pouco me importa. Sou um democrata incondicional mas acho que os festejos do 25 de Abril de 1974 são arcaicos e estão obsoletos. Enquanto não soltarmos estas amarras do passado não conseguiremos conquistar o futuro.

Em vez de estarmos permanentemente a viver (com saudosismo) o 25 de Abril de 1974, devíamos trabalhar e lutar para podermos viver (com felicidade) os 25 de Abril de 2010, 2011… 2050, etc.

É que além do mais somos todos uns hipócritas. O que festejamos é um sistema eleitoral conquistado em 25 de Abril de 1974, mas continuamos a não poder festejar a conquista da verdadeira democracia, da verdadeira liberdade, da verdadeira justiça social.

E os maiores culpados desta situação são os arlequins que neste dia fazem a maior festa de todas. Os políticos que durante 364 dias “comem o sono” e “tratam das suas vidinhas”, vêm neste dia falar de grandes valores na “casa da democracia” (a tal onde se insultam uns aos outros durante o resto do ano).


A farsa do 25 de Abril

25/04/2010

Podem chamar-me o que quiserem, até fascista, pouco me importa. Sou um democrata incondicional mas acho que os festejos do 25 de Abril de 1974 são arcaicos e estão obsoletos. Enquanto não soltarmos estas amarras do passado não conseguiremos conquistar o futuro.

Em vez de estarmos permanentemente a viver (com saudosismo) o 25 de Abril de 1974, devíamos trabalhar e lutar para podermos viver (com felicidade) os 25 de Abril de 2010, 2011… 2050, etc.

É que além do mais somos todos uns hipócritas. O que festejamos é um sistema eleitoral conquistado em 25 de Abril de 1974, mas continuamos a não poder festejar a conquista da verdadeira democracia, da verdadeira liberdade, da verdadeira justiça social.

E os maiores culpados desta situação são os arlequins que neste dia fazem a maior festa de todas. Os políticos que durante 364 dias “comem o sono” e “tratam das suas vidinhas”, vêm neste dia falar de grandes valores na “casa da democracia” (a tal onde se insultam uns aos outros durante o resto do ano).


Deputados: a inversão das coisas

25/01/2010

Entendo que os deputados presentes na Assembleia da República devem defender acima de tudo o interesse nacional (ou seja, de todos os portugueses) e logo a seguir o interesse do círculo eleitoral pelo qual foram eleitos. Só assim estão verdadeiramente a representar quem os elegeu na assembleia representativa de todos os portugueses. Só assim estão verdadeiramente a representar quem os elegeu no orgão legislativo do país.

Ora, nos últimos tempos, alguns partidos e deputados têm invertido esta definição. Têm feito da AR um instrumento para se servirem, e não para servirem os portugueses. Os portugueses que, para eles apenas contam para colocar a cruzinha no boletim de voto.

Miguel Vale de Almeida (eleito pelo PS) usou a sua condição de deputado para fazer aprovar uma lei que lhe dava jeito, e aos “amigos” dele. A lei do casamento homossexual. Inês de Medeiros (eleita pelo PS) usou a sua condição de deputada para fazer aprovar uma lei que lhe dava jeito, e aos “amigos” dela. O novo regime de SS adaptável aos profissionais das artes e espectáculos.

Não tenho nada contra os homossexuais, nem nada contra os artistas. Aliás, penso que estes últimos precisavam mesmo de alterações na sua condição. Defendo que devem haver na AR iniciativas de deputados para todo e qualquer grupo de pessoas. Mas…

… Haja prioridades! Esteja o interesse nacional acima de tudo! Esteja o interesse colectivo em primeiro lugar! Esperarei por outras iniciativas destes dois deputados (se é que depois de concretizados os seus desejos não se irão embora, dando lugar a outros) e depois direi mais qualquer coisa.


Não é viável, mas era mais do que justo

26/11/2009

PS e PSD chumbam proposta: reforma com 40 anos de descontos não é viável

Não é viável, estou de acordo, mas era mais do que justo. E não é viável porquê? por causa das asneiras que PS e PSD fizeram nos últimos 15 anos. Diga-se que 13 desses foram governados pelo PS e apenas 2 pelo PSD.

Curioso também nesta notícia, ver que já há deputados do PS a admitir que está à vista a ruptura da Segurança Social. Algo que os governantes do PS teimam em não aceitar como um cenário mais do que evidente, dentro de alguns anos.


Os novos que dêem o exemplo

15/10/2009

A nova composição da Assembleia da República tem 105 novos deputados. O partido que mais se renova é o PSD, sendo que o PS e a CDU são quem menos apostou na renovação. CDS e BE que obtiveram votações muito superiores às últimas eleições, têm muita gente nova.

Espera-se que depois de todas as formalidades, os recém-eleitos deputados da nação possam começar o seu trabalho e que este seja sempre feito tendo em mente o bem comum da população portuguesa, em vez de obedecer a disciplinas e interesses partidários.

Os deputados devem representar a população que os elegeu nos mais variados distritos, ao invés de representar interesses partidários ou corporativos. Esperamos que os “novos” 105 dêem o exemplo aos “velhos” 125, caso contrário o país está definitivamente condenado.


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