Os carros de James Bond, 007

05/04/2014

Hoje tive a oportunidade de visitar a exposição “Bond in Motion” no London Film Museum. Uma das melhores que vi até hoje. Como fã de James Bond, apreciador de automóveis e apaixonado por clássicos, não podia ter tido uma tarde de Sábado melhor.

Rolls-Royce Phantom III – Goldfinger – 1964

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Mercury Cougar XR7 – On Her Majesty Secret Service – 1969

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Ford Mustang Mach 1 – Diamonds are Forever – 1971

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Lotus Esprit S1 – The Spy Who Loved Me – 1977

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Citroen 2CV – For Your Eyes Only – 1981

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Renault 11 TXE – A View To a Kill – 1985

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Rolls-Royce Silver Cloud II – A View to a Kill – 1985

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Aston Martin V8 – The Living Daylights – 1987

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Aston Martin DB5 – Goldeneye – 1995

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BMW 750 IL – Tomorrow Never Dies – 1997

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BMW Z8 – The World is not Enough – 1999

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Aston Martin V12 Vanquish – Die Another Day – 2002

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Jaguar XKR –  Die Another Day – 2002

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Aston Martin DBS – Casino Royale – 2006

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Aston Martin DBS – Quantum of Solace – 2008

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Vendo Honda Civic Híbrido – 4.500 €

24/06/2013


(clicar na fotografia para ampliar)
Honda Civic IMA – Híbrido (Gasolina 95 + Eléctrico)

Motor:
– 4 cilindros
– 1340 cc
– 90 cv
– Caixa manual 5 + MA
– Injecção multiponto

Performance:
– Vel. Máxima 180 km/h
– 0-100 km/h em 12 seg.
– Consumo médio 5,5 l/100
– Auto-stop

Conforto:
– Ar Condicionado
– Bancos Aquecidos
– Fecho Central
– Direcção Assistida
– Vidros Eléctricos
– Retrovisores Eléctricos e com Desembaciador
– Radio com Leitor CD

Segurança:
– ABS (Anti-lock braking system)
– EBD (Electronic Brake Distribution)
– Airbag Condutor
– Airbag Passageiro
– Airbag Lateral

Capacidades:
– Capacidade da mala 340 l
– Capacidade do tanque 50 l

Estado:
– Dezembro 2005
– 145.000 Km
– Revisões feitas sempre em concessionários Honda

Interessados podem contactar luismelo78@gmail.com ou +351 917 269 133


#MOBIE O Carro eléctrico na TV Francesa

19/10/2011

Durante 3 meses tive o prazer de integrar a equipa Novabase que desenvolveu algo inovador em Portugal: o sistema de gestão da rede inteligente de carregamento eléctrico, o MOBI.E.

Participar neste projecto foi algo que me deixou muito satisfeito, não só por estarmos a criar algo inovador, mas porque desde há muito tempo me fascina a mobilidade eléctrica.

Há 6 anos que conduzo um automóvel híbrido (um Honda Civic IMA) e o objectivo é, logo que possa, trocá-lo por um automóvel totalmente eléctrico. Assim permita a minha carteira.

Ao contrário de muitos, penso que os automóveis impulsionados a energia eléctrica são realmente o futuro da mobilidade. Algo que começa a ser, aos poucos, aceite por todas as marcas.

Esta semana, na TV Francesa (mais precisamente no canal M6), saiu uma reportagem sobre o eléctrico da Renault, o Fluence ZE, e o MOBI.E. Ver para crer…


Opinião: Rali CAST em Santo Tirso… ainda não é desta!

04/10/2011

Artigo de opinião que escrevi para a edição de Outubro 2011 do jornal “Notícias de Santo Tirso”.

A propósito da crise que vivemos, cada vez se tem falado mais da Constituição da República e dos direitos conquistados na revolução de 74. Ora uma das figuras que se adquiriu foi o direito à livre associação.

Com isto a sociedade portuguesa foi capaz de se desenvolver a todos os níveis. Várias associações, clubes e outras entidades foram criadas com objectivos diversos e propósitos diferentes. Isso ajuda a população a evoluir.

Em Santo Tirso existem, felizmente, muitas instituições desse género. Umas mais participadas e outras menos. Umas com mais relevância e outras com menos. O que interessa mesmo é que possam acrescentar algo à sociedade.

O CAST – Clube Automóvel de Santo Tirso, foi fundado em 1990. Se relativizarmos à sua área, o automobilismo, é uma das entidades Tirsenses mais conhecidas a nível nacional. Muitos dos amantes da modalidade o conhecem e reconhecem.

Isso não é por acaso. Os seus corpos dirigentes conseguiram sempre realizar um excelente trabalho em todos os eventos por onde passaram. Cultivando valores da exigência, do rigor, da ética, da camaradagem, da solidariedade e do companheirismo.

O CAST nunca se fechou sobre si próprio, soube sempre ajudar outros clubes e organizações, que sempre o elogiaram. A direcção nunca foi longínqua e fechada. Conseguiu sempre estimular os seus sócios a ajudarem e participarem em todos os eventos.

Este sucesso na organização de eventos iniciou-se em 1996 com a co-organização de uma prova de Rali em Santo Tirso. A qualidade foi tal que o certame se repetiu durante 6 anos com cada vez mais pilotos e público nas estradas do concelho.

Em 2002 Santo Tirso assistiu pela última vez a um rali organizado pelo CAST. Terminaria sem razão aparente. Coincidência, ou não, nas eleições autárquicas de Dezembro de 2001 era eleito pela primeira vez o actual presidente da Câmara.

É também do conhecimento público que nessa altura (e até hoje) alguns membros da direcção do CAST eram militantes do PSD, e outros, não sendo militantes de algum partido, eram críticos das políticas da CMST levadas a cabo pelo PS.

Os membros da direcção do CAST deveriam ter podido exercer as suas opções políticas e cívicas em liberdade. E fizeram-no. Mas sofreram as consequências habituais de uma sociedade e de um organismo (CMST) em que reina o sectarismo partidário.

Nos últimos 10 anos o CAST foi empurrado para fora do concelho. O esforço e dedicação dos seus associados brindou os concelhos de Penafiel e Taipas com provas de rali de grande sucesso. Ao fim destes anos o CAST resolveu voltar às organizações na sua cidade natal. Apresentou a 29 Julho 2011 um pedido à CMST para organização de uma prova de Rali, em 1 de Outubro, nas estradas do concelho.

A 9 de Setembro (1 mês e meio depois!) a CMST dá o pedido como indeferido, alegando razões de cabo de esquadra. Sem argumentos válidos para inviabilizar a prova – totalmente suportada por apoios privados – restam outros argumentos, talvez de índole partidária.

Diz a CMST que o indeferimento tem que ver com a garantia “da liberdade de circulação e a normalidade do trânsito”. Parece esquecer-se que no Rally Santo Thyrso que organiza conjuntamente com um clube do Porto, fecha os principais acessos e todo o centro da cidade.

Para além disso, a CMST também se esquece que fechou o principal acesso ao hospital para dar uma festa de inauguração de umas obras que nunca começaram (Cine-Teatro) ou que todos os anos fecha estradas para a Volta a Portugal em bicicleta.

A memória do executivo da CMST também é curta ou inexistente no que concerne ao fecho das mais importantes artérias da cidade e os seus acessos com provas de BTT ou de atletismo, como são as maratonas e as corridas de São Silvestre.

Outro dos argumentos foi não haver “interesse da actividade em causa”. Ora, a actividade é um Rali de automóveis. O que é o Rally de Santo Thyrso (evento organizado pela CMST e um clube do Porto) senão um Rali de automóveis? Esse já tem interesse?

Finalmente a CMST diz apoiar-se nos “pareceres desfavoráveis de Juntas de Freguesia abrangidas pelo percurso”. Ao que consegui apurar, alguns dos presidentes em causa nem sequer foram ouvidos, e outros terão dado parecer favorável à realização da prova.

Quem desconhece a relação difícil entre a CMST e o CAST pode ficar na dúvida quanto às verdadeiras razões de marginalização do CAST. Mas essas dúvidas ficaram totalmente dissipadas na conferência de imprensa da apresentação do Rally Santo Thyrso 2011.

Nesta, o edil Tirsense elogiou a colaboração com a Demoporto (com quem organiza o Rally) e despropositadamente, frisou que não pretendia ter o mesmo tipo de abertura com outros clubes, acusando-os de criticar a autarquia.


Estacionamentos “à campeão” (VII)

17/04/2011

Graça – Lisboa


Estacionamentos “à campeão” (VI)

15/03/2011


Alto de São João – Lisboa


Mercedes Disele

18/12/2010

Já uma vez o meu amigo G. Rossi tinha fotografado um. Esta semana, em Lisboa, vi outro. São raros e caríssimos…


MAI, um dos espelhos do país…

02/12/2010

Recebi uma carta do Ministério da Administração Interna notificando-me de uma multa de estacionamento a pagar. Para me informarem de uma coisa tão simples como “tem de pagar a multa no valor X porque estacionou mal no dia Y, à hora Z, no local W”, escreveram 19 parágrafos (!!). Transcrevo apenas o primeiro.

Vistos os autos cumpre decidir, nos termos do artº 181º do Código da Estrada, aprovado pelo Decreto-Lei nº 114/94 de 3 de Maio, revisto e republicado pelo Decreto-Lei nº 2/98 de 3 de Janeiro, pelo Decreto-Lei nº 265-A/2011 de 28 de Setembro alterado pela Lei nº 20/2002 de 21 de Agosto e pelo Decreto-Lei nº 44/2005 de 23 de Fevereiro e alterado pelo Decreto-Lei nº 113/2008 de 1 de Julho“.

Depois disto, a carta refere mais 19 vezes (!!) artigos ou Decretos-Lei. Ou seja, no total são 26 referências!! Penso que isto espelha bem o país em que vivemos, o Estado que temos, e a capacidade das pessoas que nos têm governado.


Estacionamentos “à campeão” (V)

19/11/2010

Carnaxide – Oeiras


Um Tirsense Campeão do Mundo

16/11/2010

Tenho muito orgulho em ser natural de Santo Tirso. É uma terra onde somos poucos, mas bons. Muita gente não sabe, mas Santo Tirso já deu ao país gente de muito valor. A cidade dos Jesuítas já ofereceu a Portugal, entre outros, 3 Ministros* e 2 internacionais de futebol**.

No fim-de-semana que passou, outro feito inédito foi conseguido por um Tirsense. Armindo Araújo, piloto de automóveis, conquistou o bi-Campeonato do Mundo de Rallys na categoria de produção (P-WRC). Depois de o ter feito em 2009, repetiu em 2010 com grande mestria.

Tenho o prazer de conhecer o Zé (é assim que os amigos o tratam) e de testemunhar o facto de ele, além de ser um talentoso piloto, ser também uma pessoa impecável. É com todo o mérito que chega ao patamar onde está, e só espero que possa para o ano continuar a vencer.

Legenda:
* este, este e este
** este e este


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