Rui Rio e a Cúpula de Lesboa

24/08/2018

Rui Rio foi eleito Presidente do PSD em Janeiro de 2018, mas a opinião publicada nos órgãos de comunicação “dita” social, já o atacava desde pelo menos Outubro 2017, altura em que apresentou oficialmente a sua candidatura.

(Nota #1: Não confundir opinião publicada com opinião pública. A primeira apenas representa aqueles que têm palco nos órgãos de comunicação “dita” social, e cada vez mais é pouco representativa da segunda)

(Nota #2: A maioria dos média em Portugal – jornais, televisões, rádios – estão claramente reféns ou mandatados por interesses políticos e económicos, que pagam para ver as suas mensagens difundidas, pelo que no máximo lhes podemos chamar comunicação “dita” social)

A verdade é que passado quase um ano, não se vislumbra um, um único, artigo de opinião ou comentário que apoie Rui Rio, ou que seja, quanto muito, positivo no que concerne à sua acção e comportamento como líder do maior partido Português.

(Nota #3: É bom lembrar que o PSD não é só o maior partido em termos de militantes. É também o partido mais representado na Assembleia da República, com 102 deputados, depois de ter vencido as eleições legislativas de 2015 – vs 86 deputados do PS)

Este facto torna-se ainda mais curioso quando nos lembramos que até José Sócrates tinha (pior, continua a ter!) vários fazedores de opinião a partilhar escritos e comentários que defendem aquele que terá sido o pior e mais corrupto líder político da nossa história.

Ora, com certeza não sou só eu que acho isto muito estranho, tendo em conta que na última meia-dúzia de anos Rui Rio era tido, por todos aqueles que agora se apressam a criticá-lo, como reserva única do PSD, pela competência, integridade, força e determinação.

Da RTP à TVI. Do Público ao Observador. Dos mais velhos comentadores da nossa praça, como Vasco Pulido Valente, até aos mais novos, como Sebastião Bugalho. Não se vê, na opinião publicada uma palavra de apoio ou aprovação a Rui Rio.

A explicação é simples. É que a opinião publicada é dominada pelo que eu chamo de Cúpula de Lesboa. Uma pseudo-elite que se apoderou do sistema, ocupou todos os organismos de poder (executivo, legislativo, judicial, político, social) e vive na Capital do Império.

Essa Cúpula de Lesboa quis usar Rui Rio para desestabilizar governos e lideranças (nomeadamente, e mais recentemente, a de Passos Coelho), mas agora que o viu chegar à liderança do partido apressa-se a tentar destruí-lo, com medo do que possa fazer.

É que essa Cúpula de Lesboa sabe bem do que Rui Rio é capaz. Até porque já experimentou no passado outros, como Francisco Sá Carneiro. Que tal como Almeida Garrett dizia “no Porto podemos trocar os bês pelos vês, mas não trocamos a liberdade pela servidão”.

Rui Rio, tal como Sá Carneiro, é um orgulhoso e íntegro homem do Porto e do Norte. Que ao contrário de outros, não irá ceder e tornar-se mais um ao serviço da Cúpula de Lesboa, de pseudo-elites, pseudo-banqueiros, e pseudo-gurus ideológicos.

Daí que a tal opinião publicada e comunicação “dita” social dê muito pouco palco a Rui Rio e ao PSD, a não ser para criticar negativamente. A verdade é que há um trabalho meritório a ser feito, que infelizmente não está a ser dado a conhecer, propositadamente.

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Partidos Novos, Santana Lopes, PSD

07/08/2018

Um ponto prévio

Sim, é verdade. Houve um grupo de pessoas no PSD que destratou e desconsiderou Pedro Santana Lopes. Fê-lo mais do que uma vez, propositadamente, e para evitar que o Pedro pudesse exercer e praticar aquilo em que acredita – que está, sem dúvida alguma, dentro daquilo que são os ideais do PSD, fundado por Francisco Sá Carneiro e seus companheiros.

Esse grupo de pessoas no PSD, fê-lo por puro preconceito, e por receio que o Pedro, com a irreverência e determinação que o caracterizam, pudesse confrontar um status quo em que essas pessoas tinham interesse. E ao fazê-lo prejudicaram não só o partido mas também o país (abrindo a porta ao mais corrupto governo de sempre, que destruiu o país).

O problema não é o partido

Dito isto, penso que o problema não está nos partidos, mas nas pessoas. Os partidos não são entidades abstractas, mas organizações de pessoas. Que eu me lembre, os partidos “tradicionais” portugueses não mudaram a sua matriz. E por isso o problema não está no facto de os partidos se poderem ter esgotado, mas nas pessoas que tomaram conta deles.

Perante a multiplicação de novos partidos por essa Europa fora, e olhando aos resultados conseguidos em eleições recentes, é muito mais fácil dizer que os partidos “tradicionais” se esgotaram (até porque é esta a natureza da opinião precoce e descartável do mundo em que vivemos) do que parar para observar, analisar e pensar sobre o assunto.

A novidade dos partidos novos

A verdade é que não é preciso fazer uma análise longa e aprofundada, para nos apercebermos que a maioria dos partidos novos pouco ou nada trazem de diferente. Alguns configuram mesmo uma união de partidos satélites dos “tradicionais” que, por isso mesmo, não encontram o seu espaço e, juntando-se, têm como único objectivo ganhar força eleitoral.

Um bom exemplo é o Bloco de Esquerda, que se criou da união entre UDP, PSR e Política XXI. Todos eles com ideais idênticos aos dos “tradicionais” PS e PCP e, por isso mesmo, sem força eleitoral. A prova de que nada traziam de diferente é que alguns foram fundados por pessoas que abandonaram, e mais tarde se voltaram a juntar, a esses mesmos partidos.

A saber. A maioria dos fundadores do Política XXI, entre eles Miguel Portas, Daniel Oliveira, Joaquim Pina Moura, José Luís Judas, Mário Lino, José Magalhães e José Jorge Letria, eram dissidentes do PCP e, como é sabido, viriam depois a filiar-se no PS, acabando por ser figuras de proa socialista, anos mais tarde, em governos liderados por José Sócrates.

O verdadeiro propósito

Esta não só é uma prova de que a maioria dos partidos novos nada trazem de novo, como também põe a descoberto uma outra verdade indesmentível – alguns desses partidos foram formados como projectos de poder pessoal, fundados por pessoas que pura e simplesmente não encontraram o seu espaço pessoal nos partidos “tradicionais”.

Há excepções! Com certeza que sim. Mesmo sem conhecer a fundo o projecto, quer-me parecer que, por exemplo, a Iniciativa Liberal traz de facto algo novo e diferente ao debate político Português. E também me parece que nasce do facto de haver uma lacuna no espectro político, e não de uma qualquer facção de um partido “tradicional”.

Voltando ao meu partido

Tudo isto para dizer o seguinte:

  1. o PSD continua a ser o maior partido português;
  2. o PSD não está esgotado;
  3. o PSD não mudou ou se desviou da sua matriz;
  4. o problema do PSD são um grupo de pessoas/aparelhistas;
  5. o lugar do Pedro é no PSD, onde indubitavelmente tem o seu espaço.

E é por isso mesmo que vejo com pena o Pedro a abandonar o partido que ajudou a fundar (não foi fundador mas ajudou a criar e fortalecer as fundações). E será com preocupação, pela simpatia e estima que nutro por ele, que o verei a fundar outro partido. Partido esse que poderá correr o risco de não conseguir trazer novidade ou algo de diferente.

Limpar o partido

É por isso que não creio fazer sentido abandonar o PSD nesta altura. Pelo contrário, as novas lideranças do PSD e da JSD (não só a nível nacional, mas também local – veja-se o exemplo do PSD Porto) parecem ter um claro objectivo de limpar o partido e credibilizar a política. E eu gostaria de ver o Pedro ter ainda mais vontade de ficar e ajudar a “re-fundar” o PSD.

Um PSD liderado por pessoas com sentido de missão, imbuídas de princípios e valores. Pessoas competentes, íntegras e honestas. Pessoas de mente aberta e jovem. Pessoas que queiram fazer política com risco, mas acima de tudo com ética. Pessoas que apenas queiram servir os interesses de Portugal e de todos os Portugueses.

Em conclusão

Estou seguro que esse PSD é o partido que o Pedro, e todos os militantes de bem, gostariam de ter. E que seria nesse PSD que o Pedro poderia colaborar, vencer e vingar muitas das boas ideias que tem e foi partilhando ao longo da sua carreira política. Algo que com toda a certeza não seria difícil dado que na verdade as bases sempre o acarinharam.


Conforta-me saber que não votei nele

01/08/2018

“Cientistas portugueses poderão ter encontrado uma cura para o cancro”

“A portuguesa que ajudou a descobrir o que pode ser a cura para o cancro”

“Investigadora portuguesa descobriu mecanismo que poderá ajudar no tratamento do cancro ou da doença de Alzheimer”

É só fazer uma pesquisa no Google para se encontrar uma enorme quantidade de notícias parecidas com estas, nos últimos anos.

Notícias essas, que merecem zero destaque na comunicação “dita” social, ou na opinião publicada.

E é também por essa razão, que não vemos o Presidente da República (e demais políticos) receber, homenagear, publicar mensagens ou simplesmente twittar sobre estes – os verdadeiros heróis.

A “bola” isso sim, é a única coisa neste país – pequeno, tacanho, moribundo e infeliz – que conta.

Roubos em tancos? O Presidente é o Chefe Supremo das Forças Armadas? Eh pá, não incomodem com coisas menores.

Marcelo é uma enorme desilusão como Presidente, e até com político. Mas pelo contrário, sente-se que a maioria do país o adora.

Enfim… conforta-me apenas saber que não votei nele – nem agora, nem no passado (para qualquer cargo) e, muito provavelmente, nem no futuro.


Rui Patrício e o Tuga Tacanho

30/06/2018

Mais uma vez, e a propósito da ida de Rui Patrício para o Wolverhampton Wanderers FC, o tuga não deixou créditos por mãos alheias. Vi muitos, principalmente adeptos do Sporting CP (talvez toldados pela clubite), a criticar ou desdenhar do guarda-redes da selecção, por assinar pelos Wolves.

As razões, naturalmente são as típicas de alguém que é tacanho. Porque os Wolves não são considerados “grandes” (pelo menos por estes tudólogos e pela comunicação dita social). Como se um profissional só pudesse realizar-se e ter sucesso nos designados clubes “grandes”.

Como se outros clubes não pudessem oferecer felicidade e muitas outras coisas que os designados “grandes” não oferecem. Como se a vida de um profissional fosse feita só de títulos ou de nomes “grandes” no seu curriculum. Como se não houvesse vida para lá dos “grandes”.

Estes “tugas” pensam o mesmo em relação a tudo o resto. Um eng. civil só o é se trabalhar para a Mota Engil. Um consultor só o é se trabalhar para a Delloite. Um advogado só o é se trabalhar para a Cuatrecasas. Quem trabalhar por conta própria ou para pequenas empresas é, naturalmente, pobre, infeliz e frustrado.

O que estes ignorantes não conseguem perceber é que os “pequenos” têm muito para oferecer. E mais vezes do que se pensa, dão melhores condições do que alguns dos designados “grandes”. Como é, obviamente, o caso do Wolverhampton, quando comparado com o Sporting.

Os Wolves estão na melhor liga de futebol do mundo. E qualquer profissional que se preze quer trabalhar e competir com os melhores. Os melhores profissionais querem sentir a adrenalina e o desafio a cada treino, e a cada jogo. E sentir que podem e vão jogar para ganhar sempre (e não só no discurso).

Os Wolves foram fundadores da Liga de Futebol de Inglaterra em 1888, têm 140 anos de história, e uma tradição futebolística quem nem os “grandes” portugueses têm. Possuem uma massa adepta enorme, leal, dedicada, e que enche o estádio em qualquer jogo, competição ou divisão.

Ainda assim, os Wolves foram Campeões por 3 vezes, e vice-Campeões por 5 vezes. Venceram a Taça de Inglaterra por 4 vezes, a Taça da Liga por 1 vez, e a Supertaça por 4 vezes. Para além disso foram finalistas da Taça UEFA numa ocasião. Neste momento têm uma equipa extremamente competitiva.

Com jogadores de extrema qualidade, experientes, internacionais e titulados e gerido pela Fosun International (chineses com volume de negócios de 20 biliões de dólares) o Wolverhampton está bem melhor do que o Sporting. Se entretanto considerarmos aquilo em que o Sporting se transformou nos últimos meses… nem sequer há comparação possível.


9 anos a emborcar finos

16/06/2018

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Era Mais um Fino festeja neste mês de Junho, 9 anos. O primeiro post foi publicado a 23 Junho de 2009.

Desde então publiquei mais de 800 posts (este é o número 812), que receberam mais de 3.000 comentários, e 1.800 partilhas nas redes sociais.

O blogue recebeu até hoje cerca de 240.000 visitas, de cerca de 70,000 visitantes. Entre os quais 95 seguidores assíduos.

Muito obrigado a todos. Venha mais uma rodada… eu pago.

 

 


Campeonato Nacional de Futebol… desde 1974

13/06/2018

Actualização da contabilidade…

Época ¦ Vencedor ¦ Treinador
2017/2018 FC Porto (Sérgio Conceição)
2016/2017 SL Benfica (Rui Vitória)
2015/2016 SL Benfica (Rui Vitória)
2014/2015 SL Benfica (Jorge Jesus)
2013/2014 SL Benfica (Jorge Jesus)
2012/2013 FC Porto (Vitor Pereira)
2011/2012 FC Porto (Vitor Pereira)
2010/2011 FC Porto (André Villas-Boas)
2009/2010 SL Benfica (Jorge Jesus)
2008/2009 FC Porto (Jesualdo Ferreira)
2007/2008 FC Porto (Jesualdo Ferreira)
2006/2007 FC Porto (Jesualdo Ferreira)
2005/2006 FC Porto (Co Adrianse)
2004/2005 SL Benfica (Giovanni Trapattoni)
2003/2004 FC Porto (José Mourinho)
2002/2003 FC Porto (José Mourinho)
2001/2002 Sporting CP (Laszlo Bölöni)
2000/2001 Boavista FC (Jaime Pacheco)
1999/2000 Sporting CP (Inácio)
1998/1999 FC Porto (Fernando Santos)
1997/1998 FC Porto (António Oliveira)
1996/1997 FC Porto (António Oliveira)
1995/1996 FC Porto (Bobby Robson)
1994/1995 FC Porto (Bobby Robson)
1993/1994 SL Benfica (Toni)
1992/1993 FC Porto (Carlos Alberto Silva)
1991/1992 FC Porto (Carlos Alberto Silva)
1990/1991 SL Benfica (Sven-Göran Eriksson)
1989/1990 FC Porto (Artur Jorge)
1988/1989 SL Benfica (Toni)
1987/1988 FC Porto (Tomislav Ivic)
1986/1987 SL Benfica (John Mortimore)
1985/1986 FC Porto (Artur Jorge)
1984/1985 FC Porto (Artur Jorge)
1983/1984 SL Benfica (Sven-Göran Eriksson)
1982/1983 SL Benfica (Sven-Göran Eriksson)
1981/1982 Sporting CP (Malcolm Allison)
1980/1981 SL Benfica (Lajos Baróti)
1979/1980 Sporting CP (Rodrigues Dias e Fernando Mendes)
1978/1979 FC Porto (Jose Maria Pedroto)
1977/1978 FC Porto (Jose Maria Pedroto)
1976/1977 SL Benfica (John Mortimore)
1975/1976 SL Benfica (Mario Wilson)
1974/1975 SL Benfica (Milorad Pavić)

Total
FC Porto = 23 títulos
SL Benfica = 16 títulos
Sporting CP = 4 títulos
Boavista FC = 1 títulos


A “limpeza” pode ter início no Porto

12/06/2018

Aqueles que nos governam (Primeiro-Ministro, Ministros, Secretários de Estado, Deputados, etc.) não são uma espécie de seres superiores que vieram do planeta Krypton. São pessoas comuns, que um dia andaram na escola connosco, frequentaram os mesmos locais, viveram nas mesmas zonas. Essencialmente, tiveram as mesmas origens.

Foram todos escolhidos pelo partido para ocupar os respectivos cargos. No meu partido, o PSD, a Comissão Política Concelhia indica os seus representantes às listas de candidatos a deputados nas eleições legislativas. Esses serão depois confirmados pela Comissão Política Distrital e validados pela Comissão Política Nacional.

Daí ser extremamente importante que estejamos atentos e interessados na política a nível local, porque é aí que as verdadeiras escolhas se fazem. Quando vamos votar nas eleições, as más escolhas já estão feitas e não temos alternativa. Nessa altura já não estamos a escolher os nossos representantes, apenas a ratificar as escolhas das Comissões Políticas.

Há vários anos que venho dizendo que este é o maior problema que enfrentamos. Porque o desinteresse pela política local abre as portas a que gente menor se apodere dos lugares – nas Comissões Políticas Concelhias e Distritais – que lhes permite depois fazer as escolhas que mais lhes convêm. Na maioria das vezes escolhas más e erradas.

A Comissão Política Distrital do PSD do Porto sempre foi uma das maiores e mais influentes do país. Do distrito do Porto saíram alguns dos maiores e melhores governantes que o PSD teve – a começar por Francisco Sá Carneiro. Mas também foi do Porto que saíram alguns dos piores exemplos – como Marco António Costa.

Foi com o crucial apoio da Comissão Política Distrital do PSD do Porto e das suas Concelhias, bem como com os votos dos militantes activos que a maioria dos líderes do PSD chegaram à Presidência do partido. O que depois lhes permitiu chegar a cargos de governação, nomeadamente a Primeiro-Ministro.

A Comissão Política Distrital do PSD do Porto está, há várias décadas, refém de gente menor, e dos seus caciques. Cujos interesses são apenas e só os seus, e os dos seus amigos. Salvo raríssimas excepções, isso tem-se reflectido de forma cristalina nas escolhas que a Comissão Política Distrital faz para a lista de candidatos a deputados.

Será extremamente difícil, senão mesmo impossível. Tentar arranjar algo que as últimas Comissões Políticas Distritais do PSD do Porto tenham feito em prol do distrito, dos concelhos, das populações. Ou mesmo em benefício do partido e dos militantes. A Comissão Política Distrital tem sido apenas e só instrumento de quem a capturou.

Mas finalmente há luz ao fundo do túnel. As eleições de 30 de Junho de 2018 irão eleger a próxima Comissão Política Distrital, e de entre as três (3) candidaturas há uma, liderada por Alberto Machado, que nos dá a oportunidade única, e quiçá última, de finalmente eleger alguém que, numa palavra, está Limpo.

Sem culpas, sem suspeitas, sem nuvens, sem casos, sem cortinas de fumo. Alguém que é honesto e de confiança. Alguém que é genuíno e responsável. Alguém que é determinado e firme. E mais do que isso, alguém que está acompanhado de gente capaz e competente. Militantes que resolveram dizer “basta”, e que finalmente conseguiram encontrar força e apoio suficiente para derrotar os caciques.

É absolutamente imperativo que nós – os militantes de bem que acreditam que ainda é possível o PSD ser recuperado, e ajudar a recuperar o país – nos mobilizemos no dia 30 de Junho, para votar na lista liderada pelo Alberto Machado.

Note bem os primeiros parágrafos deste texto. A limpeza do partido (e do país) não se faz de cima para baixo. Não será o Presidente da República ou um grupo de elite que irá escolher governantes decentes. Faz-se de baixo para cima. Somos nós, o povo, que temos o dever (mais do que o direito) de escolher quem nos governa.


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