A táctica do PS e do seu director de campanha

25/07/2015

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É esta a táctica do PS. A estratégia do director de campanha de António Costa, Ascenso Simoes.

Nao surpreende. Aliás acontecerá em todos os partidos. Mas é triste.

Estao todos mais preocupados com a manipulacao de imagem e opiniao pública, do que com o futuro do país.

Nada de novo portanto. E os portugueses vao votar neles. Terao o que merecem.

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Je suis Charlie quando dá jeito

03/05/2015

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Há umas semanas atrás António Costa era “Charlie”. Mesmo ao centro, nesta foto cheia de outras “figuras” da política portuguesa. Indignava-se e lutava pela liberdade de expressão dos jornalistas daquele jornal francês.

Agora, António Costa manda SMS a jornalistas de jornais portugueses. Tentanto coarctar a liberdade des estes escreverem o que pensam do PS, de António Costa e do seu programa/ideias para Portugal.

É a hipocrisia e a falta de vergonha no seu limite.

Infelizmente o povo que vota já demonstrou por várias vezes ter memória curta e, daqui a uns meses, certamente que mais de 1 milhão de portugueses irá votar e eleger este escroque para Primeiro-Ministro.

Aos que vivem em Portugal e, sem culpa nenhuma, irão ver o seu futuro nas mãos desta gente, desejo boa sorte. Aos outros, os que votam, espero que tenham aquilo que merecem.


Governar, à lá António Costa

15/02/2015

Nos últimos tempos tem ficado bem patente a forma de Governo de António Costa…

  1. Benefeciar os que mais podem: Câmara de Lisboa perdoa 1,8 milhões de euros ao Benfica
  2. Discriminar os que menos podem: Veículos anteriores a 2000 proibidos de circular na Baixa de Lisboa
  3. Governar sem transparência: António Costa recusa mostrar relatório sobre obras em Lisboa

… mas ainda há muito boa gente a pensar votar no alcaide de Lisboa.


António Costa preparado para ser PM

30/11/2014

Ao pequeno almoço liguei a RTP Informação para saber as novidades do congresso socialista, e deparo-me com o habitual painel de comentadores políticos.

Segundo alguns desses comentadores António Costa provou neste congresso que está preparado para liderar o PS e levar o partido novamente ao Governo de Portugal. Porquê? Duas razões essenciais:

a) Conseguiu fazer com que ninguém proferisse o nome de José Sócrates, dentro da sala do congresso ou para a comunicação “dita” social. Mesmo Mário Soares e Manuel Alegre, que têm estatuto para dizerem o que quiserem, e normalmente dizem o que lhes vem à cabeça.

b) Apesar de saber que quando chegar ao Governo (se lá chegar), a mesma realidade que tramou o seu colega Hollande vai obrigá-lo a entender-se com os partidos “ditos” do centro-direita (PSD e CDS), conseguiu disfarçar bem o discurso e as acções, para captar o eleitorado à esquerda.

Concordo com os comentadores. Costa está preparado para ser Primeiro-Ministro de Portugal. Tem tudo o que é necessário… passa uma esponja pelo passado (o seu e o do PS), mostra autoritarismo (qual ditadorzinho a silenciar o incómodo), consegue enganar o eleitorado (bem como outros partidos e organizações da sociedade) e está nas graças da comunicação “dita” social de Lesboa.


Costa e a Comunicação “dita” Social

25/10/2014

Durante os próximo 12 meses, e até às eleições, muito se revelará. Alguns políticos que até agora andaram protegidos pela sombra vão agora ter de andar ao sol. Mas há mais quem vá ter de se queimar… a comunicação “dita” social.

Todos sabemos que, para a comunicação “dita” social, o que é novo é bom. Por isso mesmo, por ser novidade. É notícia, e vende. Mas ainda é melhor se for de esquerda (o quadrante político preferido das redacções portuguesas).

Não é novidade que António Costa sempre teve boa imprensa. Porquê? Não sei. Talvez porque faz parte da corte de “Lesboa”, porque tinha uma irmão influente no sector, ou porque não se pode criticar um “escurinho” correndo o risco de se ser confundido com racista.

A verdade é que António Costa é dos políticos menos coerentes da praça. E a razão é só uma. Ele não tem uma ideia, uma convicção, um ideal. É daqueles que vai conforme o vento (leia-se, opinião pública). Só diz o que é políticamente correcto, popular e circunstâncial.

Ora isso seria uma galinha dos ovos de ouro para a comunicação “dita” social portuguesa. Nos próximos 12 meses teria infinito material para ir buscar ao passado recente, e comparar com o que António Costa diz agora que é candidato a PM.

Aguardo com curiosidade e serenidade. É que para mim, também a comunicação “dita” social portuguesa se vai revelar (pelo menos para aqueles que ainda julgam que ela é imparcial e independente).


Fosse Santana Lopes, e Salgueiro Maia invadia o Terreiro

29/12/2013

Já alguns disseram, por variadíssimas vezes, que António Costa tem “boa imprensa”. Mas muitos não acreditavam. Achavam que isso era apenas “dor de cotovelo” por o socialista ser “querido” entre a população de Lisboa e “respeitado” por uma boa parte dos portugueses.

A verdade é que a greve de cantoneiros veio demonstrar que aqueles tinham razão. O lixo amontoa-se nas ruas de Lisboa, e ainda falta uma semana para o final da greve. As imagens de poluição visual vão correr mundo (com consequências para o Turismo). E há um sério perigo para a saúde pública.

Mesmo assim António Costa consegue passar por entre os pingos da chuva. Da mesma forma que passou durante os anos em que foi Ministro – e depois apoiante – dos desastrosos Governos de José Sócrates. Nem os sindicatos o acusam de tentar “furar” a greve quando ele ordena a colocação de contentores.

Fosse Pedro Santana Lopes o Presidente da C.M. Lisboa e neste momento já Salgueiro Maia invadia o Terreiro do Paço com uma coluna de xaimites, para regozijo dos lisboetas e do resto do país. A comunicação “dita” social incendiava os ânimos. A esquerda e os sindicatos pediam a sua demissão.

Valha a António Costa o facto de ter boa imprensa (seja dos orgãos de comunicação onde o irmão tem influência ou noutros). Valha-lhe ser visto como o Messias do PS, um homem de esquerda, à esquerda do PS. Valha-lhe o facto de a honestidade intelectual do Zé “que faz falta” e da Roseta terem um preço.


António Costa ao melhor estilo socratiano

23/12/2011

O estado a que chegaram alguns (infelizmente muitos) prédios do centro de Lisboa torna imprescindível a aposta na reabilitação urbana. Podemos tentar esconder os prédios com graffitis ou com lonas de publicidade gigantes, mas não podemos dissimular a degradação de alguns prédios, e deixar assim uma má imagem da capital de Portugal.

Com toda a propriedade, Pedro Santana Lopes criticou recentemente a (falta de) política da CM Lisboa nesta área. O ex-presidente e actual vereador da CML defendeu que a reabilitação urbana “deve ser a prioridade” da CML e recordou que inclusivamente existe o PIPARU “um programa com verbas que ultrapassam os 200 M€“.

Em resposta, António Costa, revelou alguma desonestidade intelectual e fugiu ao problema. Disse que “A Câmara precisa de 8.000 M€ para fazer a reabilitação urbana em toda a cidade“. Ora, mas alguém disse que era preciso fazer tudo de uma vez? (fez-me lembrar Sócrates e o episódio de pagar a totalidade da dívida pública em 2012).

Pior do que isso, mesmo alertado para os factos, e com a realidade à sua frente, António Costa preferiu adoptar uma postura apática. Diz-se “confiante que Lisboa vai conseguir avançar uma vez ultrapassada a conjuntura que o País está a viver” e espera “que a nova lei do arrendamento inverta esta situação“. Ou seja, a única coisa que pretende fazer é, esperar.

Publicado também aqui.


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