Vitórias Morais

18/05/2013

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Sábado, já sabem, é dia de “Nova Esperança”. O meu post de hoje entitula-se “Vitórias Morais” e fala sobre os acontecimentos futebolísticos da última semana, com as duas derrotas do clube do regime, em jogos decisivos.


Jorge Jesus. A desonestidade não tem limites

11/12/2010

Portugal está, cada vez mais, transformado na República das Bananas. Vale tudo, mesmo tudo. A desonestidade intelectual de certas pessoas não tem limites. Veja-se as recentes declarações de Jorge Jesus, treinador do Benfica.

Jorge Jesus disse hoje que não vê diferenças de valor entre FC Porto e SL Benfica que justifiquem os 8 pontos de avanço no campeonato. Diz o “novo rico do futebol” que essa diferença advém apenas dos erros dos árbitros, nomeadamente nos penaltys assinalados a favor do FC Porto.

É preciso ter muita lata para dizer isto depois de: 1) Ter levado um baile de bola na final da Supertaça em que perdeu 2-0. 2) Ter levado outro baile de bola no jogo do campeonato em que perdeu 5-0. Recorde-se que foram 2 jogos sem casos e sem qualquer tipo de dúvida.

Até o comentador da Antena 1 disse, logo a seguir à declaração de JJ, que esta época a diferença dentro de campo entre as duas equipas é abismal. E lembrou que este ano o Benfica joga mal não só contra o Porto, mas também contra outras equipas mais fracas do campeonato e da liga dos campeões.

De resto, como é possível que a Antena 1 passe estas declarações de Jorge Jesus, á Benfica TV (!!), no fim de um jogo da Taça de Portugal entre FC Porto e Juv. Évora (4-0) entre as flash interviews e os comentários ao jogo. E qual o interesse?


Claro que acho…

10/07/2009

Anda por aí a ser semeada a ideia de que o FC Porto rouba jogadores ao Benfica. Um perfeito disparate, desde logo porque não se pode roubar uma coisa a alguém que não a possui. Tome-se o exemplo de Álvaro Pereira. O jogador nunca foi do Benfica. Os encarnados até podem ter perguntado o preço, até podem ter-se mostrado interessados em contratá-lo, mas a verdade é que não o fizeram. Fê-lo o FC Porto. Depois, é um disparate falar em roubo de jogadores que, livre, voluntária e compreensivelmente, escolhem os clubes pelos quais preferem jogar. Ora, temos de convir que é apenas normal que um jogador prefira jogar no tetracampeão português quando a alternativa é o terceiro classificado, que prefira ter a oportunidade de disputar a Liga dos Campeões em vez da Liga Europa e que opte pela oportunidade de actuar num dos clubes europeus que mais valorizam os seus activos em vez de jogar num clube valorizado especialmente pelo seu passado. O contrário é que seria estranho, não acham? por Jorge Maia no jornal O JOGO


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