Mentes brilhantes em Santo Tirso

19/01/2015

A CMST decidiu lançar este ano o que chamou de Orçamento Participativo Jovem (OPJ) com um valor de 120.000€. O objectivo era “reforçar a democracia” chamando os jovens a “participar ativamente no processo de escolha de projetos para o Município“. Pedia-se que os contributos fossem de encontro “necessidades e expectativas” dos jovens do concelho com idades entre os 12 e os 30 anos.

Segundo a CMST, a participação foi um sucesso. Envolveram-se cerca de 150 jovens que apresentaram um total de 21 propostas. Essas seriam analisadas e avaliadas pelo Presidente da CMST – Joaquim Couto – e por uma Comissão Técnica de Apoio e Análise (belo nome à portuguesa), constituída pelo Vereador da Juventude – o meu amigo José Pedro Machado – e 3 técnicos municipais.

Aceitavam-se propostas em várias áreas. Urbanismo, Espaços Verdes, Ambiente, Energia, Mobilidade, Turismo, Comércio, Economia, Educação, Juventude, Desporto, Acção Social, Cultura. Das 21 propostas foram seleccionadas 3 para avaliação final. Li em notícia José Pedro Machado a dizer que na CMST ficaram “muito satisfeitos sob o ponto de vista da qualidade das propostas apresentadas“.

As minhas expectativas eram altíssimas. Sempre achei os orçamentos participativos iniciativas interessantes, que em outras cidades do mundo resultaram em belíssimas contribuições, que agradaram e beneficiaram não só os residentes mas também os visitantes. Ideias que vieram a contribuir para uma melhor qualidade de vida, e para o desenvolvimento dos cidadãos e da sociedade.

Ora a surpresa foi enorme quando me dei conta que as 3 propostas finalistas eram:

a) A criação de uma Horta Urbana.
b) A construção de um Indoor Radical Park.
c) A organização de um Festival Rio Fest 2015.

Se estas foram as finalistas, imagino as outras 18. Foi isto que as jovens mentes brilhantes Tirsenses que participaram no OPJ conseguiram apresentar. Belas e originais ideias que beneficiam… em nada!… um concelho cizento e moribundo, atacado pelo desemprego e pela desertificação.

Fico decepcionado, mas esclarecido, ao saber que as necessidades dos jovens do concelho (pelo menos daqueles 150) se prendem com festivais e parques radicais, e que as expectativas para um futuro melhor estejam numa horta urbana.

Também tenho pena que os muitos jovens capazes de ter ideias realmente inovadoras (e eu sei que os há em Santo Tirso) não tenham sido atraídos a participar neste OPJ. E que o meu caro amigo José Pedro Machado considere estas propostas com qualidade.

De resto, e caso interesse a alguém, a proposta que ganhou foi a Horta Urbana, que a CMST vai construir (gastando 90.000€) nas traseiras da Fábrica de Santo Thyrso.

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#Autárquicas2013 Um dinossauro que não deixará saudades

12/10/2013

Recebi no meu email mais uma comunicação do GAP (Gabinete de Apoio Pessoal) da CMST. Nunca percebi para que servia, quem servia ou porque me envia vários emails por semana. Sempre me pareceu mais uma ferramenta de auto-promoção e campanha permanente do actual executivo da CMST, a juntar às dezenas de SMS por mês que também recebo.

Desta vez era uma carta. Uma espécie de carta de despedida do ainda Presidente da CMST, Castro Fernandes, dirigida aos munícipes. Uma carta muito pobre. Na forma, no conteúdo, no tom. Nem de saída Castro Fernandes conseguiu encontrar uma réstia de hombridade e, ao menos tentar encenar uma saída pela porta grande. Sai pela pequena, ao seu estilo.

Ignorando os números galopantes do Desemprego (num concelho recordista), a perda de Serviços Públicos (Urgência, Maternidade, EDP…), a fuga de Tirsenses para concelhos vizinhos ou as condições miseráveis (dignas do séc XIX) em que ainda se vive em alguns locais do concelho, Castro Fernandes escreve que nos últimos anos “a qualidade de vida aumentou significativamente em todo o território municipal“.

Para piorar esta afirmação, Castro Fernandes diz que isso aconteceu devido à modernização e rejuvenescimento da CMST. Como se o concelho e as suas pessoas, as empresas e os seus trabalhadores, as instituições e os seus representantes, girassem todos à volta da CMST e fizessem a sua vida e o seu percurso sob a batuta de quem lidera a CMST. Como se a sociedade civil Tirsense não fosse capaz de se desenvolver por si.

Completando uma carta demagógica, irrealista e muito pouco nobre – diria mesmo sórdida – Castro Fernandes despede-se numa explosão de desonestidade intelectual, culpando o actual Governo pelas medidas impopulares ou menos boas que tomou. Esquecendo que o actual Governo tem 2 anos e que ele esteve 30 anos na CMST, 13 dos quais como Presidente.

Tal como os demais políticos da nossa praça, Castro Fernandes diz sair de “consciência tranquila” porque fez “tudo o que podia” pelo concelho, qual mártir! Sendo consciência a faculdade da razão julgar os próprios actos, Castro Fernandes é mais um que sofre do efeito de Dunning-Kruger. E se o que está à vista foi o seu máximo em 30 anos, então está provada a sua incompetência.


PSD Santo Tirso já tem candidato (agora sem ironia!)

26/01/2013

Desta vez não é ironia, é mesmo a sério. O PSD Santo Tirso já tem candidato a Presidente da Câmara Municipal. E surpresa das surpresas (aqui sim, já é ironia novamente), o candidato é o actual Presidente do PSD Santo Tirso, Alírio Canceles.

A decisão foi tomada unilateralmente, no seio da Comissão Política Concelhia, e parece ser definitiva. Agora apenas faltará a habitual confirmação por parte da Comissão Política Distrital do PSD Porto, que obviamente não se oporá à decisão.

E assim chega “a bom porto” o plano que Alírio Canceles engendrou, e que eu denunciei aqui mesmo neste blogue por diversas vezes, para se escolher a si mesmo como candidato a Presidente da Câmara Municipal nas eleições Autárquicas de 2013.

Alguns perguntarão: “Mas espera lá, e os militantes do PSD foram ouvidos?“. Como aqui denunciei também por várias vezes, o PSD Santo Tirso é o feudo de um déspota, um projecto pessoal de poder. E a opinião dos militantes não entra na equação.

Há poucas semanas fazia-se um plenário que teria como objectivo a escolha do perfil do candidato. Mas só os mais ingénuos ou parvos se deixaram enganar. A decisão já estava tomada há muito tempo. E esse plenário foi apenas areia para os olhos.

Mas isto não se fica por aqui. Os militantes são como “o corno”, serão os últimos a saber. Logo após o final da reunião da Comissão Política que decidiu o candidato, Alírio Canceles foi imediatamente dizer a jornalistas que fora ele o escolhido.

A sede de protagonismo, a vaidade, a futilidade, a imodéstia, a presunção, o impudor. Tudo isto demonstra bem o carácter e a personalidade (ou falta deles) da personagem que iremos ver, em breve, estampada em outdoors espalhados pelo concelho.

Esta é daquelas situações em que eu gostava de não ter razão, a bem de Santo Tirso e do PSD, mas infelizmente o tempo veio dar-ma. Eu bem avisei, denunciei e vaticinei este desfecho. Ele verifica-se agora, depois de tantos o terem querido negar.


Os Tirsenses querem o PS, mas claramente outro PS

29/11/2012

Na sequência do anterior post, em que se mostrava os resultados da sondagem pedida pela Distrital do PS Porto, e feita pela empresa DOMP, publico agora a segunda parte que diz respeito ao desempenho do actual executivo da CM Santo Tirso (do qual Ana Maria Ferreira faz parte) e à intenção de voto dos eleitores.

(Clicar para ver a imagem em tamanho real)

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O resultado destas sondagens indicia que os eleitores Tirsenses querem o PS, mas claramente outro PS. A avaliação feita ao trabalho do actual executivo não é positiva mas – não descurando os muitos indecisos – os resultados também mostram que o PSD está longe de constituir alternativa. Os Tirsenses continuam a preferir o PS, mas um PS diferente.


Autárquicas 2013: Passo decisivo para Joaquim Couto

17/05/2012

Joaquim Couto apresentou esta semana a sua candidatura à Comissão Política Concelhia do PS. Órgão que já tinha liderado entre 1988 e 2003. Este é o terceiro passo na – já há muito planeada, e desejada – candidatura autárquica em 2013.

O plano foi bem engendrado. O primeiro passo foi o regresso à militância de base activa em Santo Tirso, depois de muitos anos afastado. O segundo foi a criação do grupo de política, reunindo alguns dissidentes do consulado de Castro Fernandes.

Este terceiro passo, as eleições internas, é um passo decisivo e complicado de dar. Isto porque não depende só da vontade de Joaquim Couto, mas também da capacidade de mobilização da sua equipa e do voto dos militantes socialistas Tirsenses.

Para além disso, do outro lado, está um adversário de “peso”. Castro Fernandes não esconde a aversão pelo seu ex-amigo e está pronto para voltar a assumir a concelhia do PS, apenas e só para evitar que o seu ex-N° 1 consiga lá chegar.

Isto, depois de em 2010 ter passado o testemunho a Rui Ribeiro. Um homem politicamente inapto, que disse não querer ser um boneco nas mãos de um ventríloquo político. E na verdade não foi. Nem isso conseguiu ser. Simplesmente não existiu.

Obviamente que Rui Ribeiro não seria capaz de fazer frente a Joaquim Couto e manter a concelhia na entourage de Castro Fernandes, e por isso vem o “one man show” em socorro para evitar que o arqui-inimigo ganhe o Poder no seu feudo.

Joaquim Couto foi presidente da CMST entre 1982 e 1999, e depois disso esteve “ao serviço” do PS. Foi nomeado Governador Civil do Porto (1999 a 2002) e depois escolhido para lugar elegível nas listas de deputados às Legislativas 2005.

Em 2009 Joaquim Couto teve de retribuir ao PS estas nomeações, e predispôs-se a ser esmagado por Luis Filipe Menezes nas autárquicas 2013, como candidato à Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia. Resultado: 63% vs 25%.

A verdade é que Joaquim Couto fez um trabalho positivo em Santo Tirso, e as andanças pelo Porto (Governo Civil) e Lisboa (Assembleia da República) permitiram-lhe acumular ainda mais experiência política.

Sabe-se que Joaquim Couto é bem visto por vários sectores da sociedade Tirsense, e é querido de uma grande parte da população. Em especial os funcionários da CMST, que apesar de não o poderem manifestar, preferem Couto a Fernandes.

E Joaquim Couto não esconde também o seu sentimento. Disse à Lusa “é necessário dar um safanão, uma refrescadela e uma reforma profunda no PS [de Santo Tirso]“. Numa mais do que óbvia alusão à liderança de Castro Fernandes.

Se Joaquim Couto vencer, será com toda a certeza candidato a presidente da CMST (e a vitória do PS nas Autárquicas 2013 estará mais perto). Se perder, ainda tem outra opção: a (ainda não descartada) candidatura independente.

E essa, a candidatura independente, poderia até ser ainda melhor para ele e para a vida democrática do concelho. Seria com toda a certeza agregadora de várias sensibilidades políticas (e outras) Tirsenses.


Zé Pedro Miranda na CMST?… é tarde demais!

12/04/2012

Hoje, através do Facebook, dei com uma petição pública. Mais uma. Desde que esta ferramenta foi criada online, e tem de facto validade, não param de ser criadas petições para tudo e para nada. A maioria é despropositada, estúpida e sem sentido.

Algumas são tão imbecis que chegam a ser patéticas, como aquela que pretendia demitir o Presidente da República. Como se fosse possível uma petição assinada por uns milhares de pobres de espírito, sobrepor-se ao voto expresso de milhões de portugueses.

Esta de que falo tem como título “José Pedro Moreda Miranda para Presidente da Câmara de Santo Tirso“. Ou seja, pretende criar uma vaga de fundo para que arranque uma candidatura do Zé Pedro Miranda à Câmara, nas eleições autárquicas de 2013.

Antes de mais quero fazer uma declaração de interesses. Sou amigo do Zé Pedro há muitos anos. Admiro-o como pessoa, profissional e político. Fiz parte do grupo restrito de pessoas que impulsionou e apoiou desde a 1ª hora o seu recente percurso político.

Pelo Zé Pedro já fiz de tudo. Desde organizar e participar em comícios e sessões de esclarecimento, passando pela elaboração de programas eleitorais e gestão da candidatura, terminando na habitual campanha de distribuição de panfletos e colagem de cartazes.

No entanto acho completamente despropositada e ridícula esta petição que agora lançam. Não duvido que quem a criou o tenha feito com a melhor das intenções, mas deveria ter pensado melhor e percebido que não ajudará e, pelo contrário, pode até prejudicar.

Explico já porque pode prejudicar. Com a proliferação (de que falei no 1° parágrafo) de petições para tudo e para nada as pessoas (tal como eu) começam a ficar fartas e a desacreditar-se nesta ferramenta. E sendo assim não se dinamizam para assinar.

Uma petição desta índole com poucas assinaturas (umas centenas, uns poucos milhares que sejam), servirá não só para os adversários ridicularizarem o Zé Pedro, mas também para os responsáveis por escolher o candidato descartarem desde logo o seu nome.

Alguns dirão que ele poderá (e quiçá deverá) montar uma candidatura abrangente e independente, e por isso não precisará dos partidos. Eu digo que conhecendo o Zé Pedro como conheço, duvido muito que ele alguma vez embarque numa candidatura concorrente ao PSD.

E como está mais do que visto (e eu já o escrevi várias vezes), o PSD já tem candidato definido há muito tempo. E esse candidato está longe de recuar ou ceder o lugar a quem quer que seja. E sinceramente, não o censuro por isso. Tem toda a legitimidade.

Aliás, quem conhece bem o Zé Pedro, sabe que ele não é homem de “vagas de fundo”. Ele só será candidato se quiser, se sentir uma força, um chamamento dentro dele. Nunca será candidato empurrado, ou baseado numa decisão tomada com emoção e sem razão.

Fala-vos quem sabe e quem já passou por isso. Não cometo nenhuma inconfidência se disser que tanto na candidatura à Junta, como nas vezes em que falamos de hipotéticas candidaturas à Câmara, o Zé Pedro nunca vacilou ou abdicou do seu espaço de ponderação.

Muitos de vós conhecem a minha opinião. Com o concelho a afundar-se cada vez mais pela gestão do PS, e com o abandono forçado de Castro Fernandes, 2013 era uma boa oportunidade para o PSD ganhar a Câmara e colocar Santo Tirso no rumo do desenvolvimento.

E tal como disse a muitos de vós em várias ocasiões, acho que o Zé Pedro seria talvez a melhor pessoa para liderar esse processo de mudança. Mas não é isso que manifestamente vai acontecer. Portanto não vale a pena forçar a coisa e desgastar a imagem do Zé Pedro.

Infelizmente, isto quer dizer que (nas mãos do PS ou do PSD) Santo Tirso perderá mais 4 anos. Continuará a dirigir-se para o abismo e para o empobrecimento até pelo menos 2017. E ficam todos muito revoltados? Foi pena só terem pensado nisso agora. É tarde demais.


Opinião: Ano novo! Vereação nova!

01/02/2012

Ano Novo, vereação nova. Na viragem do ano o executivo da Câmara Municipal foi remodelado. Luís Freitas saiu da equipa de Castro Fernandes, Ana Maria Ferreira assumiu as funções de vice-presidente e o lugar em aberto foi ocupado por José Carlos Ferreira (o 6º da lista do PS nas autárquicas 2009).

A CMST disse em comunicado que Luís Freitas solicitou a renúncia ao mandato por imperativos de ordem pessoal. Já estamos habituados. Na política, seja qual for o verdadeiro motivo, o que vem a público são sempre os motivos pessoais. Mesmo que as reais razões sejam por demais evidentes.

A verdade é que já cheira a eleições. As Autárquicas 2013 são daqui a 20 meses e é preciso começar a preparar terreno para um combate mais complicado que o habitual. Castro Fernandes está impedido pela lei de se recandidatar e o seu substituto tem de ser “lançado” com a devida antecedência.

Se restam dúvidas quanto a isto, basta ter em conta o facto de o Presidente da CMST (que gosta pouco de abrir mão seja do que for) ter delegado em Ana Maria Ferreira várias competências, ao nível das obras e serviços públicos, aquisição de bens imóveis e serviços, e outros contratos administrativos.

Além disso, no mesmo comunicado, refere a CMST que à nova vice-Presidente competirá também “substituir o Presidente nas suas faltas ou impedimentos legais“. Ou seja, Ana Maria Ferreira terá funções e poderes que nenhum outro vice-Presidente desta CMST alguma vez sequer sonhou ter.

Como consequência desta jogada política – que afasta um dos mais apreciados, respeitados e competentes vereadores, por interesses puramente partidários – entra para a equipa José Carlos Ferreira, militante activo do PS Santo Tirso, também conhecido por ser cunhado de Castro Fernandes.

Não se conhece ao novel vereador um percurso político, o que até abona a seu favor. É professor de Educação Física, o que lhe pode valer uma genica extra. Lecciona, como o próprio diz no Facebook, numa “escola sem Pavilhão Gimnodesportivo“, pelo que estará habituado a trabalhar em dificuldades.

O que se deseja é que José Carlos Ferreira possa fazer mais do que os seus antecessores. O que se lhe exige é que trabalhe para os Tirsenses e não para o partido. Pede-se que responda perante a população e não perante o seu cunhado/presidente. É muito importante que tenha sentido de missão.

Numa pesquisa rápida pela internet, ficamos a saber que a sua paixão é o Poker e que o seu sonho é participar num European Poker Tour. Mas esperemos que nos próximos 20 meses a sua paixão sejam todos os Tirsenses, e que o seu sonho seja tornar Santo Tirso num concelho melhor.

No seu blogue, José Carlos Ferreira escreveu um dia: “quero levar muito longe o Poker Português, e necessito claramente do apoio de toda a comunidade“. Falhou. Mas nesta fase pede-se apenas que tente levar longe Santo Tirso, e se assim fizer terá o apoio de toda a comunidade Tirsense.

Sejam quais forem os pelouros atribuídos, o desejo é que aplique mais os conhecimentos que adquiriu na Universidade do Porto (quando se licenciou em Educação Física), e não tanto os que terá adquirido na Universidade Independente (quando lá estudou “Gestão e Administração de SADs”).

Desejam-se na sua actuação, menos erros do que aqueles (ortográficos e de sintaxe) que deu num curto texto que escreveu para o pokerpt.com, confundindo “há cerca de” com “acerca de“… “há muito que anunciava” com “à muito que anunciava” ou “há 3 semanas atrás” com “à 3 semanas atrás“.


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