Zé Pedro, não olhes mais para trás!

28/11/2017

Zé Pedro Miranda anunciou e apresentou, via Facebook, a sua candidatura à Comissão Política Concelhia do PSD Santo Tirso. Fê-lo indepentendemente de outros, o que por si só demonstra valores, princípios e convicções. Diz que o faz por “imperativo de consciência (…) para por em prática as ideias (…) de um partido mais forte, inclusivo, afirmativo, credível e de confiança”.

Estas palavras, são música para os meus ouvidos. Desde há muitos anos que o Zé Pedro e eu estamos alinhados em relação ao que o PSD Santo Tirso deveria ser. Daí termos estados juntos em várias lutas e candidaturas (internas e autárquicas). Espero agora, finalmente, que o Zé Pedro possa aplicar todas essas boas ideias e boas práticas.

Há muito tempo venho dizendo (não só ao Zé Pedro, como a outros militantes e simpatizantes) que ele era o único que poderia vencer umas eleições internas e liderar o PSD Santo Tirso rumo a vitórias autárquicas. Apesar de inúmeras conversas, ainda hoje não sei porque o Zé Pedro não se chegou à frente mais cedo.

De qualquer forma tenho de aceitar a decisão dele. Afinal de contas, também eu tenho carinho pela meu concelho; também eu acredito nas convicções do meu PSD; também eu sinto um sentido de missão e chamamento político. Mas isso não me fez (pelo menos até agora) desviar do meu caminho pessoal e da minha carreira profissional.

A verdade é que me pareceu que a melhor altura teria sido após a vitória, nas Autáquicas 2009, para  a Junta de Freguesia de Santo Tirso. O PSD estava verdadeiramente unido em volta da candidatura Autárquica de João Abreu (que encurtava a margem para o PS – menos de 3.000 votos). E o Zé Pedro era sem dúvida uma figura em afirmação.

Infelizmente para o PSD Santo Tirso, nessa altura o Zé Pedro estava focado no trabalho da Junta, em prol da cidade sede do concelho e dos Tirsenses. Bem como na ascensão da sua carreira profissional. Isso abriu a porta para o início do descalabro que se seguiu, com o PSD a ser assaltado por gente que se queria servir do partido para proveito pessoal. O resultado é conhecido.

O Zé Pedro não é, de todo, responsável pelo que aconteceu. Ele seguiu o seu caminho. E na verdade foi dos poucos que comigo se opôs a certas e determinadas práticas de Alírios e companhia. Mas também é verdade que fez parte, em lugar de destaque, daquilo que o PSD foi nos últimos meses, ao aceitar (para minha surpresa) estar ao lado de Andreia Neto nas Autárquicas 2017.

Mais vale tarde do que nunca! O PSD Santo Tirso tem agora uma nova oportunidade, com Zé Pedro Miranda. A lista candidata aos orgãos concelhios está longe de ser um equipa de galácticos. Tem nomes que pertencem a um passado que também não é brilhante. Por outro lado é bom ver regressos como o de Mário Roriz ou Tiago Rodrigues, que sempre estiveram em sintonia connosco.

Quero crer que esta não é apenas uma liderança de transição. E que não há nenhum tipo de acordo com aqueles que envergonharam o PSD Santo Tirso nos últimos anos. Quero acreditar que o Zé Pedro não vai mais olhar para trás, e que é desta que o PSD Santo Tirso volta às suas origens, de partido do povo, da política com ética, do serviço da população.

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Volte-face no PSD Santo Tirso

26/11/2017

Volte-face no PSD Santo Tirso. José Gonçalo Silva, que aceitou ser Pau de Cabeleira de Andreia Neto e da sua pandilha, desistiu da candidatura a Presidente da Comissão Política Concelhia do PSD Santo Tirso. Desenganem-se aqueles que acham que finalmente Andreia Neto e os seus seguidores cairam em si e se enxergaram da derrota histórica que tiveram nas Autárquicas 2017, envergonhando mais uma vez o PSD.

Andreia Neto disse no Facebook: “O resultado não foi o que desejámos mas não só melhoramos o score eleitoral como nos orgulhamos da campanha mobilizadora que fizemos“.  José Gonçalo Silva afinou pelo mesmo diapasão: “pretendi liderar um projeto político assente (…) na continuidade de um trabalho que considero muito positivo”.

É difícil perceber de que resultados falam estes dois derrotados nas Autárquicas 2017. O score era de 5-4 (número de vereadores a favor do PS), e ficou em 6-3. A diferença de votos era de 5.000 (a favor do PS) e passou para 7.500. Para além disso, a campanha foi a mais suja e vergonhosa da história do concelho, muito por culpa dos reiterados ataques pessoais de Andreia a Joaquim Couto.

Andreia Neto disse mais: “hoje deve ser o momento de unir o PSD em Santo Tirso“. José Gonçalo Silva repetiu: “o momento é de união pelo nosso PSD”. Para além de não perceberam que isto é a demonstração de que falharam as promessas de união quando assumiram os respectivos papéis, desconhecem uma das maiores características do verdadeiro PSD, o pluralismo!

Andreia Neto diz “empenhei-me em que houvesse apenas uma lista candidata à comissão política (…) resolvi procurar que as ideias convergissem e o projeto fosse comum”. Na mesma linha, José Gonçalo Silva acha que “deve imperar a responsabilidade de perceber de que o momento é de união (…) e foi por isso que decidi não avançar com a candidatura”.

Esta ideia de que união só se consegue com listas únicas é, como todos sabemos, típica de comunistas e fascistas. Para além do mais, bastaria a Andreia Neto e a sua pandilha pensar no que aconteceu, e eles mesmos conseguiram, na última década em Santo Tirso. Sempre com listas únicas, o PSD Santo Tirso nunca esteve mais dividido.

Entretanto Zé Pedro Miranda também já anunciou e apresentou, via Facebook, a sua candidatura à Comissão Política Concelhia do PSD Santo Tirso. Fê-lo indepentendemente de outros, o que por si só demonstra valores, princípios e convicções. Diz que o faz por “imperativo de consciência (…) para por em prática as ideias (…) de um partido mais forte, inclusivo, afirmativo, credível e de confiança”.


O Pau de Cabeleira de Andreia Neto

17/11/2017

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Foi no plenário (ou Assembleia de Secção) realizado no dia 27 de Outubro que mais uma farsa aconteceu no PSD Santo Tirso. O tema era “Análise da situação política” e após a maior derrota Autárquica de sempre, Andreia Neto pôs o lugar à disposição.

Ao que sei, discutiu-se brevemente a data de novas eleições. Falou-se em Janeiro 2018. O que a meu ver faria todo o sentido. Afinal de contas as eleições directas para eleger o líder nacional serão no dia 13 de Janeiro e seria normal marcar para o mesmo dia.

A verdade é que o Povo Livre de dia 1 de Novembro (5 dias depois do plenário) já trazia o anúncio de que as eleições locais estariam marcadas para dia 2 de Dezembro – pouco mais de 30 dias depois de Andreia ter anunciado que punha o lugar à disposição.

Ou seja, Andreia e a sua “pandilha”, tal como previsto, já tinham tudo planeado e enviado nota ao Povo Livre, de forma a encurtarem margem de manobra a qualquer candidatura que porventura pudesse vir a surgir.

E tal como esperado irão avançar com uma candidatura, ao que sei, liderada por Gonçalo Silva (candidato derrotado nas Autárquicas à União das freguesias de Areias, Sequeiró, Lama e Palmeira), que será apenas um “pau de cabeleira”.

Gonçalo Silva candidata-se para que em 2019 Andreia Neto não esteja impedida de assumir a liderança por limitação de mandatos, e possa assim ser líder aquando das Autárquicas 2021 – contornando os Estatutos do partido.

Tudo isto demonstra bem o que venho dizendo. Que quem “tomou de assalto” e controla o PSD Santo Tirso, tem pouco carácter. Valha-nos (aos militantes do PSD Santo Tirso) que há outra candidatura: a de Zé Pedro Miranda (em breve escreverei sobre isso).


PSD Santo Tirso e o “Tiro ao Zé Pedro Miranda”

17/02/2014

A poeira das eleições Autárquicas 2013 assentou. E as memórias (sempre curtas e selectivas) já se apagaram – ou pelo menos assim pensam os dirigentes do PSD Santo Tirso.

Dessa forma, e tal como eu tinha previsto, está na hora de o PSD Santo Tirso começar a tratar das eleições internas, que aliás já deviam ter tido lugar há muito tempo.

Claro que, como previsto, os responsáveis pela desgraça do partido nos últimos anos e nas últimas eleições se apresentam novamente, sem qualquer tipo de pudor.

Tal como escrevi, quem se afigura para assumir a presidência é Andreia Neto. Que apesar de continuar deputada em Lisboa, já arranjou afinal tempo para a concelhia.

Com Andreia Neto devem continuar os mesmos do costume: Alírio Canceles, José Manuel Machado, Manuel Mirra, Rui Baptista, e outros que tais. Sem qualquer pejo.

Mas e se aparecesse outra candidatura? Será que aquela comandita corria o risco de ser afastada? Éh lá… eles não podem correr esse risco. A política é o pão nosso.

Vai daí, e antes que alguém se lembre de apresentar candidatura, toca a atacar os eventuais concorrentes. Quem poderia ser? Logo à cabeça, Zé Pedro Miranda.

No jornal Notícias de Santo Tirso, o PSD pela mão de Alírio Canceles, faz publicar uma carta aos militantes com a única intenção de atacar, pessoalmente, Zé Pedro Miranda.

Acusa-o de ter tido todo “o tempo, as condições e o apoio incondicional do PSD de Santo Tirso” bem como de “liberdade total para escolher a equipa com quem pretendia trabalhar”.

E diz também que apesar disso, e de a “freguesia de Santo Tirso ter o dobro dos eleitores das restantes” freguesias da união, Zé Pedro Miranda perdeu as eleições.

Ou seja, com uma subtileza muito pouco subtil, tenta insinuar que Zé Pedro Miranda perdeu as eleições por pura incapacidade pessoal, já que tudo o resto estava lá.

Mais à frente acusa Zé Pedro Miranda de querer ser um “militante de primeira” apenas por este ter dito que não teria de gostado de saber da candidatura de Alírio pelos jornais.

O pé na cabeça vem ainda mais declarado no último parágrafo “O PSD não ganhou a câmara e perdeu a sua principal junta de freguesia. O PS manteve a câmara e recuperou a junta de Santo Tirso. Isto é que fica para a história!

Já hoje foi a vez de Carlos Pacheco. Ele que, como também já aqui escrevi, tem vindo a tentar demarcar-se da actual Comissão Política para arranjar espaço para se candidatar.

Claro que Zé Pedro Miranda seria um grande entrave à sua estratégia, pelo que também convém navegar esta onda e atacar o mítico, querido e respeitado militante do PSD.

Vai daí, como quem não quer a coisa, escreveu no Facebook a dar os parabéns ao “amigo Jorge Gomes” dizendo que “É de gente trabalhadora que o nosso concelho precisa”.

E aproveita para dar outra tacada em Zé Pedro Miranda: “Admito que ao ver os resultados eleitorais fiquei surpreendido, no entanto, depois de acompanhar o trabalho do Jorge nos últimos meses, aliado ao que li na entrevista do candidato derrotado do PSD, facilmente percebi o referido resultado!”.

Faltam-me adjectivos para qualificar esta súcia que dirige o PSD Santo Tirso. É uma gente sem vergonha, sem moral e sem valores. Vil, infame e egoísta.

Até há bem pouco tempo, quando Zé Pedro Miranda era presidente da maior Junta de Freguesia do concelho, e um dos militantes mais considerados, eram todos amigos e sorrisos.

Agora que perdeu as eleições (quanto a mim, não só mas também por ter escolhido andar ao lado desta gente) já lhe cospe em cima, com medo que ele apareça a tirar-lhes o lugar.


#Autárquicas2013 Santo Tirso com especial interesse

01/08/2013

Este ano terei um especial interesse nas eleições Autárquicas da minha terra. Desenganem-se aqueles que pensam que me refiro á eleição do Presidente da Câmara. Nessa tenho muito pouco interesse. A escolha é, infelizmente, fraca.

Refiro-me, isso sim, às eleições para a Junta de Freguesia que agora reúne Santo Tirso, Santa Cristina do Couto e São Miguel do Couto. Chamam-lhe união de freguesias, um nome de que não gosto. Acho que devia ser apenas Santo Tirso.

Com a junção das 3 ex-freguesias passa-se a ter aproximadamente 15.000 eleitores. E que belas escolhas esses eleitores têm pela frente. Quem dera a muitas outras freguesias, terem estes candidatos como opção, e ainda só se apresentaram 2!

É desses que quero falar, sem me referir a partidos. Porque de facto o cliché de “nas autárquicas o que conta é a pessoa” é um pouco mais verdade do que nas outras eleições, dada a proximidade dessas pessoas com a população.

Para além do mais, o percurso dos candidatos já conhecidos, demonstra bem que para eles a população e a sua terra está bem à frente do partido onde militam. Algo de valorizar já que hoje em dia, ainda assim, é raro encontrar.

Quem me conhece sabe que tenho uma amizade grande com o Zé Pedro Miranda. Aliás, acompanhei-o em parte da sua carreira política/partidária e tenho orgulho de ter feito parte do núcleo duro que construiu a sua primeira candidatura.

Não me lembro de conhecer ninguém mais humanista e orgulhoso de ser Tirsense do que ele. Duas características essenciais para se ocupar aquele lugar. A obra fala por si. O que fez na Junta de Santo Tirso não tem igual no passado.

Conheço o Jorge Gomes há muitos anos, desde os tempos em que liderava a principal “equipa” de apoio ao FC Tirsense. Desde essa altura que o vejo a dinamizar e liderar em várias áreas, sempre com uma enegia e vontade invejáveis.

A obra que deixou em Santa Cristina do Couto também é visível. E o carinho que a população tem por ele é uma boa demonstração. Nunca estivemos do mesmo lado, politicamente falando, mas acho que partilhamos alguns valores.

Se tivesse apenas de escolher entre os dois, escolheria o Zé Pedro Miranda. E isto não pode representar nenhuma desconsideração pelo Jorge Gomes. Tem apenas que ver com duas questões concretas: uma ideológica e outra de facto.

O próximo Presidente da Junta vai gerir uma Freguesia com 20.000 pessoas. O Jorge Gomes tem gerido (e bem) uma freguesia de 5.000, enquanto que o Zé Pedro estará mais preparado já que até agora geriu (e bem) cerca de 15.000.

De resto (e sem falar de partidos, já que a sua ideologia oscila muito nos dias que correm) creio conhecer bem as ideias e convicções de cada um, e afinal de contas o cargo é político. Nesse sentido, sinto-me ideológicamente mais próximo do Zé Pedro Miranda.

Creio no entanto que, independentemente de quem vença, ambos estarão dispostos a valorizar as ideias do outro e envolvê-lo nas decisões que importam aos Tirsenses, Cristinenses e Miguelenses. Não acredito na habitual e contraproducente guerra partidária.

Finalmente, apenas desejar que os outros partidos apresentem também bons candidatos. A democracia e Santo Tirso só têm a ganhar. Desconheço o que vai no PCP e BE, mas espero que o CDS capitalize o bom resultado de 2009 com Zé Duarte Malheiro.


Zé Pedro Miranda na CMST?… é tarde demais!

12/04/2012

Hoje, através do Facebook, dei com uma petição pública. Mais uma. Desde que esta ferramenta foi criada online, e tem de facto validade, não param de ser criadas petições para tudo e para nada. A maioria é despropositada, estúpida e sem sentido.

Algumas são tão imbecis que chegam a ser patéticas, como aquela que pretendia demitir o Presidente da República. Como se fosse possível uma petição assinada por uns milhares de pobres de espírito, sobrepor-se ao voto expresso de milhões de portugueses.

Esta de que falo tem como título “José Pedro Moreda Miranda para Presidente da Câmara de Santo Tirso“. Ou seja, pretende criar uma vaga de fundo para que arranque uma candidatura do Zé Pedro Miranda à Câmara, nas eleições autárquicas de 2013.

Antes de mais quero fazer uma declaração de interesses. Sou amigo do Zé Pedro há muitos anos. Admiro-o como pessoa, profissional e político. Fiz parte do grupo restrito de pessoas que impulsionou e apoiou desde a 1ª hora o seu recente percurso político.

Pelo Zé Pedro já fiz de tudo. Desde organizar e participar em comícios e sessões de esclarecimento, passando pela elaboração de programas eleitorais e gestão da candidatura, terminando na habitual campanha de distribuição de panfletos e colagem de cartazes.

No entanto acho completamente despropositada e ridícula esta petição que agora lançam. Não duvido que quem a criou o tenha feito com a melhor das intenções, mas deveria ter pensado melhor e percebido que não ajudará e, pelo contrário, pode até prejudicar.

Explico já porque pode prejudicar. Com a proliferação (de que falei no 1° parágrafo) de petições para tudo e para nada as pessoas (tal como eu) começam a ficar fartas e a desacreditar-se nesta ferramenta. E sendo assim não se dinamizam para assinar.

Uma petição desta índole com poucas assinaturas (umas centenas, uns poucos milhares que sejam), servirá não só para os adversários ridicularizarem o Zé Pedro, mas também para os responsáveis por escolher o candidato descartarem desde logo o seu nome.

Alguns dirão que ele poderá (e quiçá deverá) montar uma candidatura abrangente e independente, e por isso não precisará dos partidos. Eu digo que conhecendo o Zé Pedro como conheço, duvido muito que ele alguma vez embarque numa candidatura concorrente ao PSD.

E como está mais do que visto (e eu já o escrevi várias vezes), o PSD já tem candidato definido há muito tempo. E esse candidato está longe de recuar ou ceder o lugar a quem quer que seja. E sinceramente, não o censuro por isso. Tem toda a legitimidade.

Aliás, quem conhece bem o Zé Pedro, sabe que ele não é homem de “vagas de fundo”. Ele só será candidato se quiser, se sentir uma força, um chamamento dentro dele. Nunca será candidato empurrado, ou baseado numa decisão tomada com emoção e sem razão.

Fala-vos quem sabe e quem já passou por isso. Não cometo nenhuma inconfidência se disser que tanto na candidatura à Junta, como nas vezes em que falamos de hipotéticas candidaturas à Câmara, o Zé Pedro nunca vacilou ou abdicou do seu espaço de ponderação.

Muitos de vós conhecem a minha opinião. Com o concelho a afundar-se cada vez mais pela gestão do PS, e com o abandono forçado de Castro Fernandes, 2013 era uma boa oportunidade para o PSD ganhar a Câmara e colocar Santo Tirso no rumo do desenvolvimento.

E tal como disse a muitos de vós em várias ocasiões, acho que o Zé Pedro seria talvez a melhor pessoa para liderar esse processo de mudança. Mas não é isso que manifestamente vai acontecer. Portanto não vale a pena forçar a coisa e desgastar a imagem do Zé Pedro.

Infelizmente, isto quer dizer que (nas mãos do PS ou do PSD) Santo Tirso perderá mais 4 anos. Continuará a dirigir-se para o abismo e para o empobrecimento até pelo menos 2017. E ficam todos muito revoltados? Foi pena só terem pensado nisso agora. É tarde demais.


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